A Flybe, companhia aérea regional, encerrou as suas operações de forma definitiva no dia 27 de janeiro de 2023, de acordo com o divulgado por várias fontes, incluindo AllClear Travel, ITV News, BBC e Wikipedia. Esta conclusão marcou a segunda vez em três anos que a companhia colapsou, depois de já ter paralisado suas atividades em março de 2020 por causa da crise proporcionada pela pandemia de COVID-19. O retorno das operações aconteceu em 2022, porém não durou um ano inteiro, levando ao encerramento definitivo em janeiro de 2023. O comunicado pegou tanto passageiros e funcionários de surpresa, impacta cerca de 75 mil clientes que já tinha feito reservas futuras e ocasionando na demissão de 276 trabalhadores. O encerramento impactou várias cidades britânicas, uma vez que a Flybe realizava a operação de voos regulares a partir de aeroportos como Belfast, Birmingham e Heathrow, além de rotas para locais como Amsterdã e Genebra.
Entenda os motivos que levaram ao encerramento das atividades da companhia áerea Flybe
O fim das atividades foi divulgado através do site oficial da companhia, que recomendou para os passageiros que não se dirijam aos aeroportos, porque todos os voos foram cancelados e não iriam ser remarcados. A administração judicial, realizada pela Interpath Advisory, assumindo o controle da empresa com o propósito de procurar as possíveis opções para o futuro da Flybe, mesmo que a maioria dos funcionários tenha sido demitidos.
Entre os motivos principais que causaram a nova crise da Flybe estão os desafios financeiros agravadas devido aos atrasos na entrega de aeronaves e a concorrência intensa no setor de aviação regional. Depois de ter sido duramente afetada pela pandemia de COVID-19 em 2020, a companhia já tinha entrado em administração e foi comprada por um novo grupo para retornar as operações em 2022, mas em escala menor. A breve volta não foi suficiente para assegurar a sustentabilidade financeira frente as dificuldades do setor.




