O ramo da numismática, que corresponde ao estudo e colecionamento de moedas, tem crescido consideravelmente nos últimos anos. Como parte do processo valoroso, objetos com erros de fabricação ou referentes a datas comemorativas possuem um peso maior para os interessados. Nesse ínterim, o Banco Central (BC) entregou um achado para esse nicho, referente à moeda de 50 centavos lançada em 2002.
Diante da fabricação da moeda, a entidade financeira não se atentou ao erro de cunhagem, chamado de “reverso horizontal”. A nível de curiosidade, essa falha ocorre quando o verso do centavo está inclinado em relação ao anverso, tornando-a única. Para o cenário numismático brasileiro, a remessa virou objeto de cobiça para os colecionadores de plantão.
No anverso, a edição de 2002 apresenta a efígie do Barão do Rio Branco, com o disco “Brasil”, linhas diagonais e a inscrição “Rio Branco”, enquanto no reverso o erro torna-se evidente. Ainda que seja desejada por grande maioria dos colecionadores, sua circulação não tem sido fácil de ser encontrada. Dessa forma, os valores oferecidos pelo metal podem superar os R$ 100.
É válido destacar que a quantia oferecida varia de acordo com o estado de conservação do material, bem como a dificuldade de encontrá-lo. Diante da “Flor de Cunho”, os interessados podem entregar valores superiores, já que o objetivo é munir uma peça com erro e que marcou a circulação do Banco Central de forma equivocada.
Como vender as moedas?
Mesmo que despercebidos na atualidade, os objetos podem estar esquecidos em uma gaveta do seu guarda-roupa, fazendo com que você deixe de lucrar altos valores. A fim de realizar a comercialização do produto, é possível acessar leilões especializados nesse tipo de serviço de forma online. Porém, o indicado é negociar com pessoas de confiança e plataformas com excelente reputação.





