Com pouco mais de três décadas de operação, o Banco Inter reúne milhões de clientes no Brasil, Estados Unidos e, recentemente, na Argentina. Embora tenha montado o sistema operacional de primeiro mundo, a instituição financeira ainda se depara com um cenário tomado por fraudes. Como resultado do crescente número de vítimas, o banco reacendeu um sinal de alerta.
De acordo com as autoridades, o mais novo problema evidenciado por meio de denúncias diz respeito a técnicas de spoofing, que consiste na ação criminosa de falsificar a identidade digital para se passar por uma fonte confiável. Na ocasião em questão, o principal objetivo da quadrilha é obter informações confidenciais a fim de realizar transações fraudulentas instantaneamente.
Na prática, os infratores costumam manter as vítimas em chamadas prolongadas, sem deixar que elas desliguem por motivos adversos. O interesse ganha novos contornos quando os criminosos alegam questões urgentes para serem resolvidas, assim como problemas no cartão. Nesse momento, solicitam dados pessoais (senhas ou tokens de segurança) e incentivam a instalação de aplicativos danosos.
No cenário em questão, diante do falso problema, as vítimas acabam disponibilizando as informações solicitadas e é aí que as transferências e pagamentos não autorizados começam a surgir. Com o objetivo de evitar danos maiores a outras pessoas, o Banco Inter reforça a importância de manter contato direto com a instituição e não atender ligações duvidosas.
Operações autorizadas no exterior
Fundado em setembro de 1994 em Belo Horizonte, Minas Gerais, o Banco Inter deu um passo importante para ampliar suas operações internacionais. Recentemente, a instituição recebeu a aprovação do Fed (Federal Reserve) e do OFR (Florida Office of Financial Regulation) para estabelecer uma agência internacional na Flórida, nos Estados Unidos.
“Esse passo reforça nossa ambição de atuar como uma plataforma global. A agência em Miami nos permitirá escalar nossa oferta, gerar mais conveniência e valor para os clientes e fortalecer a posição do Inter no sistema financeiro internacional”, afirma o diretor executivo Global do Inter, João Vitor Menin.





