Concorrente de grandes marcas internacionais como Monster e Red Bull, a Baly tem expandido cada vez mais os negócios no mercado brasileiro. Segundo a CEO Dayane Titon, a meta da fabricante de Santa Catarina é crescer cerca de 50% em 2026, mantendo o ritmo de expansão que transformou a empresa em uma das líderes do setor no país.
Durante participação no podcast “De frente com CEO”, da Exame, Dayane afirmou que a companhia praticamente dobra de tamanho a cada dois anos. Entre 2022 e 2025, a Baly registrou crescimento de 42%, desempenho muito acima da média do mercado brasileiro de energéticos, que avançou 21% no mesmo período, segundo dados da NielsenIQ.

Em 2025, a empresa liderou o setor em volume de vendas durante quatro meses do ano e encerrou o período com faturamento de R$ 1,8 bilhão. Para sustentar a expansão, a companhia anunciou um investimento de R$ 300 milhões em um novo parque fabril na cidade catarinense de Araranguá. “Esse parque fabril terá 500.000 metros quadrados, com 100.000 metros quadrados de área construída”, informou a CEO.
Baly cresce produção para disputar negócios com a Red Bull
A expectativa é de ampliar significativamente a capacidade produtiva da marca nos próximos anos. Além do aumento na produção, o novo complexo industrial deve gerar cerca de mil empregos diretos na região sul do estado. Segundo Dayane Titon, o investimento foi planejado para acompanhar o crescimento esperado da empresa nos próximos três anos e fortalecer a presença da marca no mercado de bebidas energéticas.
Atualmente, a Baly já possui três unidades fabris em Santa Catarina, sendo duas em Tubarão e uma em Treze de Maio. A empresa se consolidou como uma das marcas brasileiras que mais ganharam espaço no segmento nos últimos anos, ampliando participação em supermercados, conveniências e redes de distribuição em todo o país.





