A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, em 6 de novembro, a proibição da circulação de dois produtos que estavam sendo comercializados irregularmente no país: uma escova progressiva e uma pastilha de limpeza.
A medida, publicada no Diário Oficial da União, visa proteger os consumidores de itens que não possuem comprovação de segurança ou eficácia. O produto mais preocupante é a escova progressiva Trycee Professional HD, que vinha sendo divulgada e vendida como cosmético capilar.
No entanto, a Anvisa informou que essa escova não possui registro no órgão, requisito obrigatório para qualquer produto de uso estético no Brasil. Além disso, a empresa responsável pela marca é desconhecida, o que impossibilita a rastreabilidade e o controle de qualidade.
Esse tipo de irregularidade é especialmente grave, já que produtos para alisamento capilar frequentemente utilizam substâncias químicas que podem causar danos à saúde quando não seguem padrões de segurança.

Riscos e orientações para os consumidores
Além da escova progressiva, a Anvisa também proibiu a venda da pastilha de limpeza de máquinas de lavar roupas Efervescente Multifuncional – Washing Machine. Assim como no caso anterior, o produto não possui registro sanitário e sua empresa fabricante não é identificada pela agência.
Produtos de limpeza sem autorização podem conter componentes que agridem superfícies, liberam gases tóxicos ou causam irritações na pele e nas vias respiratórias. A Anvisa recomenda que consumidores verifiquem se possuem algum dos produtos citados em casa e interrompam o uso imediatamente.
Também orienta que itens sem rótulo completo, número de registro ou informações do fabricante sejam evitados. A checagem pode ser feita por meio do site oficial da agência, que mantém uma base de dados pública sobre produtos regularizados.





