Diante do acúmulo de erros sucessivos de gestões passadas, o Corinthians ocupa, atualmente, o posto de clube brasileiro com maior dívida no futebol. Reconhecendo a necessidade de não comprometer o orçamento previsto para a temporada 2026, a diretoria alvinegra projeta arrecadar 25 milhões de euros líquidos (cerca de R$ 144,1 milhões) com a venda de jogadores nos próximos meses.
O problema da equação é que, ainda que seja necessário se desfazer de algumas peças, o técnico Fernando Diniz precisa contar com um grupo minimamente competitivo. O sinal de alerta foi ligado pelos dirigentes após a constatação de que, no primeiro trimestre de 2026, o Time do Povo apresentou déficit de R$ 131,141 milhões.

Primeira dispensa foi “confirmada”
Após ser um dos protagonistas da classificação do Corinthians na Copa do Brasil, diante do Barra, Yuri Alberto revelou seu desejo de deixar o clube ainda neste ano. Em entrevista cedida, o centroavante explicou a cobiça por “buscar novo desafio”, destacando um acordo firmado internamente com os dirigentes do alvinegro paulista.
“Já foram cinco temporadas. Eu já estou numa fase em que conversei com meu staff. É uma coisa que eu pedi para o André (Cury, empresário) que, neste ano, a gente teria que buscar uma coisa diferente, um novo desafio… A gente vai resolver agora, vamos tomar a melhor decisão no meio do ano e ver quais propostas vão chegar ou não. Junto do presidente e do meu empresário. A gente vai tomar a melhor decisão”, revelou.
Com a palavra entregue pelo presidente do Timão, o departamento de futebol paulista estipula o valor mínimo de 20 milhões de euros (cerca de R$ 119,9 milhões na cotação atual) pelos 50% pertencentes ao clube para negociar o atacante. Por sua vez, o Zenit, da Rússia, possui os outros 50% dos direitos. No mais, o Corinthians já chegou a recusar propostas de R$ 190 milhões da Roma e de R$ 150 milhões da Lazio.





