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Delegado do caso Cão Orelha deixa o cargo para ser candidato a deputado

Por Iara Alencar
03/03/2026
Delegado do caso Cão Orelha deixa o cargo para ser candidato a deputado

Créditos: Reprodução

Diante da comoção nacional com a morte do Cão Orelha, na Praia Brava (SC), o delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, tornou-se protagonista nos noticiários. Embora tenha recebido os holofotes por encabeçar as investigações e adotar um outro animal vítima de agressões na região, o homem anunciou sua candidatura ao posto de deputado federal.

Por meio de suas redes sociais, Ulisses rebateu as críticas à apuração do episódio, que atribuiu a supostas “motivações escusas”, e enfileirou ataques à esquerda. Curiosamente, decidiu abdicar de suas funções para cravar vínculo com o governador do estado, Jorginho Mello (PL), do qual será correligionário. Utilizando a notoriedade adquirida no caso envolvendo o animal comunitário, embarcará na carreira política.

Foto: Ricardo Wolffenbuttel/Secom-SC

“Depois de 22 anos como servidor de carreira, 19 anos como delegado de polícia e 3 anos e 2 meses como delegado-geral, escolhido pelo Governador Jorginho, vou me dedicar a uma nova empreitada, agora como pré-candidato a Deputado Estadual pelo PL, devendo me desincompatibilizar no prazo da Lei Eleitoral, que são pelo menos 6 meses antes do pleito”, escreveu ele.

Controvérsias no caso do Cão Orelha

Nesta terça-feira (3), uma reviravolta tomou conta do caso Cão Orelha, animal que foi covardemente assassinado por um grupo de jovens em Santa Catarina. Responsável por organizar as investigações, o delegado-geral da Polícia Civil tornou-se alvo de um procedimento preparatório instaurado pela 40ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital.

De acordo com a entidade, que opera em função do controle externo da atividade policial, os documentos entregues fazem parte de diversas representações recebidas contra a conduta do delegado no caso da morte do animal. Diante das contestações em meio ao episódio desumano contra o cão, o Ministério Público pretende avaliar a instauração de inquérito civil para possíveis ações judiciais.

Após a conclusão do inquérito que apontou um adolescente como responsável pelas agressões e pediu a internação do jovem, promotorias com atribuições distintas identificaram lacunas e inconsistências nos autos. Por consequência de incongruências nas falas e defesas de Ulisses, o corpo de Orelha foi exumado para nova perícia, enquanto novas provas e depoimentos serão incrementados no caso.

A título de recordação, o Cão Orelha foi atacado covardemente na madrugada de 4 de janeiro e morreu no dia seguinte, depois de ser socorrido por moradores e levado a uma clínica veterinária. Conforme os laudos preliminares da Polícia Científica, o animal sofreu uma pancada contundente na cabeça, possivelmente causada por chute ou por objeto rígido, como pedaço de madeira ou garrafa.

Confira na íntegra a nota emitida por ele:

“Não fui notificado sobre a instauração do procedimento preparatório. Mas pelo que entendi a instauração decorre de supostas falas na coletiva da imprensa do dia 27/01. Estou absolutamente tranquilo e confio na atuação do Ministério Público.

Não tenho como responder por abuso de autoridade, muito menos por violação de sigilo funcional, pois não sou e nunca fui responsável pela investigação. E as informações que recebi e declarei em coletiva não eram sigilosas, mas de conhecimento público.

Todas as entrevistas nunca citaram nomes ou apresentaram fotos ou vídeos que identificam os investigados, sendo que que o inquérito policial que apurou a possível coação no curso do processo era público. Estou à disposição do Ministério Público para esclarecer o que for perguntado.

Saliento que há informações de dezenas de representações no MP em contexto apresentadas por movimentos políticos e motivações escusas ideológicas contra a PC e SC”, defendeu-se o ex-delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina.

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Iara Alencar

Iara Alencar

Formada em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Alagoas. Tem experiência com assessoria de comunicação, com passagem pela Secretaria Municipal de Assistência Social de Maceió. Já atuou como redatora em sites esportivos (Portal Times) e na produção de conteúdo para web.

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