Com o verão entrando em destaque nas últimas semanas, o setor de viagens ligou o sinal de alerta em meio à alta demanda de turistas. Ocupando o status de ser um dos destinos do Brasil mais procurados por turistas, Fernando de Noronha implantou a cobrança de taxas, medida que tem a finalidade de evitar estadias longas na região pernambucana.
Priorizando a preservação do território biológico, as autoridades aprovaram o aumento da Taxa de Preservação Ambiental (TPA), cobrada de todos os turistas que visitam Fernando de Noronha. A princípio, o valor antigo correspondia a R$ 101,33 por dia, mas foi reajustado para R$ 105,79. Por outro lado, aqueles visitantes que permanecerem na região por uma semana terão que desembolsar R$ 672,85.

Em vigor desde a última quinta-feira (1º), a medida tem gerado grandes discussões entre os turistas, principalmente devido ao fato de que as ofertas de serviços permanecem inalteradas. Por sua vez, é válido destacar que o reajuste está previsto em lei e ocorre todos os anos. O cálculo é realizado com base na variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Novas mudanças ligam o sinal de alerta
Antes de desembarcar na região pernambucana, é necessário que os visitantes se atentem a um outro detalhe. O ingresso para o Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha também foi reajustado, estando em vigor desde o dia 1º de novembro de 2025. Na ocasião, o valor passou de R$ 186,50 para R$ 192 em função dos brasileiros, enquanto para estrangeiros saltou de R$ 373 para R$ 384.
Assim como a Taxa de Preservação Ambiental, os valores dos ingressos são atualizados anualmente e seguem o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M). No mais, o bilhete apresenta validade de dez dias e pode ser comprado no site do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), responsável pela gestão do parque.





