Diante do alto fluxo de turistas ao longo do ano, a Prefeitura de Bonito, no Mato Grosso do Sul, iniciou o processo de cobrança de uma taxa de R$ 15 por visitante ao dia. A medida entrou em vigor na última sexta-feira (20), com a finalidade de potencializar a manutenção ambiental, a limpeza urbana, a fiscalização e a infraestrutura turística da cidade. Dessa forma, a experiência imersiva tende a ser mais valorizada.
Apesar de o novo protocolo ter levantado questionamentos, as autoridades explicaram que o valor acumulado será injetado para conservar rios, nascentes e cavernas, principais atrativos da região. Por sua vez, ficou decretado que a taxa deve ser imposta tanto para brasileiros quanto para estrangeiros. Contudo, estão isentos moradores, trabalhadores da cidade e crianças menores de 7 anos, mediante comprovação.

Um outro detalhe que merece ser destacado diz respeito aos seguros presentes na tarifa adicional. Em resumo, todos estarão respaldados pela cobertura para morte acidental, invalidez permanente e assistência funerária. Dessa forma, caso haja alguma intercorrência nos passeios credenciados, o acompanhante pode solicitar reembolso referente à hospedagem, respeitando os limites previstos.
Nesse ínterim, a tarifa adicional ainda conta com atendimento pré-hospitalar, composto por equipe médica e ambulância disponível diariamente, além de transporte imediato para o hospital da região. Todo o combo evidencia o cuidado das autoridades com a proteção do meio ambiente e o cuidado em entregar serviços de qualidade aos visitantes. Isso explica a alta demanda de turistas durante toda a temporada.
Mato Grosso do Sul é alvo de críticas
Mesmo que a tomada de decisão tenha sido justificada, a novidade não agradou àqueles que costumam desembarcar no estado. Isso porque, sem a taxa adicional, Bonito já é considerado um dos destinos mais caros do país. A motivação por detrás está diretamente ligada aos passeios com valores elevados, que priorizam o contato com a natureza. Porém, uma boa estratégia para economizar sem perder a essência da viagem é escolher experiências diferentes entre si, que fujam da repetição.





