Atual presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (Banco do BRICS), Dilma Rousseff pode estar próxima de ser lançada novamente às eleições. Segundo a coluna Igor Gadelha, do Metrópoles, a economista estaria sendo incentivada, desde fevereiro deste ano, a concorrer a uma cadeira no Senado de Minas Gerais no ano de 2026.
Reconhecendo a necessidade de reconfigurar o quadro político atual em função da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os aliados e familiares de Dilma torcem por uma mudança de rota na decisão final da petista. De acordo com o jornalista, as conversas nos bastidores são de que o cenário do próximo pleito é mais favorável do que o de 2018, quando Rousseff acabou em quarto lugar.

Embora seus aliados tentem convencer a primeira mulher eleita presidente do Brasil, a economista chegou a rejeitar o incentivo. Isso porque seus esforços estão direcionados ao Banco dos Brics, sediado em Xangai, na China. Anteriormente, seu vínculo era válido somente até julho deste ano, mas conseguiu a recondução após o aval do presidente da Rússia, Vladimir Putin.
Dilma Rousseff volta a falar sobre impeachment
Nesta segunda-feira (29), a representante do Partido Trabalhista (PT) encaminhou vídeo para a abertura da 5ª CNPM (Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres), realizada em Brasília (DF). Em meio a seu discurso, a ex-presidente do Brasil falou que o impeachment de 2016 foi um “golpe profundamente injusto contra a democracia”.
Em discurso empoderado, Dilma confirmou que resistir durante todo o processo foi recompensador, tendo em vista que Lula voltou ao Planalto, trazendo “o fio da esperança”. “Lembro que a abertura da 4ª Conferência foi meu último compromisso oficial, antes do golpe profundamente injusto contra a nossa democracia. Mas a história mostrou que resistir vale a pena”, declarou Rousseff.





