A RodOil, empresa brasileira de distribuição de combustíveis, ampliou seu nome no mercado ao anunciar a aquisição da Ravato, a terceira maior empresa de distribuição de óleo combustível do Brasil. Potencializando o serviço em longa escala, a companhia inclui no negócio ainda a Cargopetro, especializada em logística.
A ideia dos representantes da RodOil é expandir o portfólio, que já conta com produtos de qualidade, tais como o óleo de xisto, conhecido pelo elevado poder calorífico e menor teor de enxofre. Com a troca de documentações sacramentada, agora a distribuidora tende a fortalecer sua atuação em outros estados brasileiros e mercado externo, como Paraguai e Uruguai.

Sobretudo, a direção da empresa de combustíveis estimou um crescimento de 20% no faturamento em 2025, com a meta de ultrapassar os R$ 10 bilhões e expandir a presença da distribuidora em segmentos como celulose, química, mineração e infraestrutura. Isso tudo aliado ao elevado padrão de qualidade, segurança e sustentabilidade nas operações.
“Sabemos da força que a marca Ravato tem no Paraná e no Brasil. Por isso, esse movimento foi conduzido com total respeito ao legado construído aqui. O produto continua o mesmo: forte, eficiente, com a mesma equipe que o consolidou como referência. O que muda é que agora essa qualidade tem a força da RodOil por trás”, destaca Roberto Tonietto, presidente da RodOil.
Brasil projeta investir em combustível limpo
Agindo nas surdinas, o Brasil encabeça as negociações para lançar, durante a COP30, em Belém, um pacto global que visa quadruplicar a produção de combustíveis sustentáveis até 2035. A princípio, a proposta tende a ser exposta nos dias 6 e 7 de novembro, com a finalidade de acelerar a transição energética em setores de difícil descarbonização, como transporte e aviação.
De acordo com apurações da Bloomberg, o Governo Federal elabora um rol de nações signatárias, recebendo sinais de adesão da Índia e da Itália. Nesse ínterim, o Japão garantiu apoio, mas nenhum martelo foi batido. Segundo a Agência Internacional de Energia (IEA), a aceleração dessas tecnologias poderia gerar investimentos de até US$ 1,5 trilhão entre 2024 e 2035 e criar 2 milhões de empregos no período.

