O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a chamar atenção internacional ao autorizar o início das obras de demolição parcial na Casa Branca, com o objetivo de construir um novo salão de baile. O projeto, avaliado em cerca de US$ 250 milhões, representa a maior intervenção na residência presidencial em décadas.
De acordo com informações divulgadas pela Casa Branca, os planos do projeto ainda serão encaminhados à Comissão Nacional de Planejamento da Capital (NCPC), órgão responsável por supervisionar construções federais em Washington e nos estados vizinhos.
Embora o envio do projeto esteja previsto para os próximos dias, a demolição começou no início da semana, o que levantou questionamentos sobre o cumprimento dos trâmites legais. A NCPC, no entanto, não tem jurisdição direta sobre obras de demolição, o que permitiu o início das intervenções sem aprovação prévia.
Críticas e justificativas do governo
As imagens da demolição na Ala Leste da Casa Branca circularam rapidamente, provocando indignação entre críticos que afirmam que o governo deveria ter submetido o projeto à revisão antes de iniciar as obras.
Trump, por outro lado, celebrou o início da demolição, dizendo-se satisfeito com o avanço de um projeto que considera essencial para modernizar o espaço e “atender às novas necessidades da presidência”.
Um porta-voz da Casa Branca declarou que as mudanças fazem parte de um plano de modernização estrutural, e que o escopo do projeto pode variar conforme o desenvolvimento das obras. Segundo ele, a construção do salão de baile não comprometerá a integridade do marco histórico.
O projeto será supervisionado por Will Scharf, assessor da Casa Branca e atual líder da NCPC. A nova estrutura deve incluir áreas de recepção e eventos oficiais, mas ainda não há data definida para conclusão.





