O valor de mercado, também chamado de capitalização de mercado, consiste em um indicador usado para distinguir as empresas por tamanho. Na prática, quanto maior, mais imponente e estabelecido é aquele negócio. Embora a Petrobras tenha figurado por muitos anos como a empresa mais valiosa do Brasil, o império ruiu temporariamente ao final de 2025.
Conforme o Ranking da Companies Market Cap, a Nubank, instituição financeira fundada em 2013, atingiu US$ 76,97 bilhões (cerca de R$ 395 bilhões na cotação atual) em valor de mercado. Para uma melhor compreensão sobre o sucesso, o banco ganhou projeção superior a US$ 2 bilhões (aproximadamente R$ 10 bilhões) em comparação com a Petrobras (US$ 74,67 bilhões) no período.

Com a finalidade de operar em maior escala e ascender por outros cenários, em setembro do ano passado, a instituição financeira solicitou licença de banco nacional ao lado do Office of the Comptroller of the Currency, o Escritório Controlador da Moeda norte-americano. Segundo o “roxinho”, o movimento servirá para explorar oportunidades internacionais futuramente com uma subsidiária.
Na projeção lançada no final da temporada passada, a Nubank e a Petrobras surgiram na lista ao lado de outras companhias. Sobretudo, o Ranking da Companies Market Cap estabeleceu o Itaú no terceiro lugar (US$ 72,69 bilhões), seguido por BTG Pactual (US$ 49,62 bilhões), Vale (US$ 49,60 bilhões) e Banco Santander Brasil (US$ 40,94 bilhões).
Novo levantamento coloca a Petrobras no topo
Na última segunda-feira (23), a Elos Ayta atualizou o rol de companhias mais valiosas da América Latina, levando em consideração as ascensões perante a Bolsa de Valores. Depois de expandir seus negócios em US$ 26,3 bilhões desde o fim de 2025, a Petrobras retornou ao topo da lista. Em resumo, a empresa brasileira superou o Mercado Livre, que outrora liderava o ranking.
“O movimento marca uma inflexão clara no eixo de valor da região. Se nos últimos anos a narrativa dominante apontava para a supremacia das plataformas digitais, o início de 2026 mostra uma volta, ainda que parcial, ao protagonismo dos setores tradicionais, especialmente energia e sistema financeiro”, avalia Einar Rivero, CEO da Elos Ayta.
Confira o ranking de prestígio na América Latina:
- 1º lugar: Petrobras – US$ 100,8 bilhões;
- 2º lugar: Itaú Unibanco – US$ 97,7 bilhões;
- 3º lugar: Mercado Livre – US$ 94,5 bilhões;
- 4º lugar: Grupo México – US$ 92,6 bilhões;
- 5º lugar: Nu Holdings – US$ 78 bilhões;
- 6º lugar: BTG Pactual – US$ 74,1 bilhões;
- 7º lugar: Vale – US$ 72,2 bilhões;
- 8º lugar: América Móvil – US$ 71,9 bilhões;
- 9º lugar: Walmart de México – US$ 57,6 bilhões;
- 10º lugar: Ambev – US$ 48,9 bilhões.





