O acerto entre Carlo Ancelotti e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) colocou o técnico italiano entre os mais bem pagos do futebol mundial. Com salário mensal de cerca de R$ 5 milhões, o comandante da Seleção Brasileira supera com folga outros comandantes de seleções, incluindo o atual campeão do mundo, Lionel Scaloni, que lidera a Argentina.
De acordo com informações divulgadas pela ESPN, Scaloni recebe aproximadamente 2,6 milhões de dólares por ano da Asociación del Fútbol Argentino (AFA), o que equivale a cerca de R$ 1,12 milhão por mês. A diferença salarial chama a atenção, principalmente pelo desempenho recente da Argentina, campeã mundial sob seu comando em 2022, na final vencida nos pênaltis sobre a França, após empate por 3 a 3 no tempo de jogo.

Parte dessa disparidade econômica se explica pela capacidade financeira das entidades. A CBF possui uma das maiores receitas entre federações do mundo, o que permite investimentos mais elevados. Já a AFA trabalha com um orçamento mais limitado, refletindo diretamente nos vencimentos oferecidos à comissão técnica. A economia dos dois países sul-americanos, em geral, também vivem momentos distintos.
Ancelotti ganha quase 5x mais do que Scaloni
Além do salário elevado, Ancelotti conta com uma série de benefícios previstos em contrato. Entre eles estão o uso de jato particular para viagens à Europa e o custeio de uma residência no Rio de Janeiro. Também há previsão de bônus significativo em caso de conquista da Copa do Mundo, o que pode elevar ainda mais seus ganhos. O italiano, inclusive, está prestes a renovar o contrato com a CBF para o próximo ciclo do Mundial.
Sob o comando do treinador italiano, a Seleção Brasileira já tem data para estrear no Mundial, enfrentando o Marrocos no dia 13 de junho, em Nova Jersey. O time ainda terá pela frente Haiti e Escócia na fase de grupos. Já a Argentina está no Grupo J, ao lado de Argélia, Áustria e Jordânia.





