O Bolsa Família é considerado um dos maiores programas de transferência de renda do mundo. No Brasil, permite que os beneficiários sejam atendidos com valores que chegam a até R$ 900 por mês, levando em conta o montante mínimo e os adicionais pagos de acordo com quantidade de pessoas em cada família.
Apesar de ser tratado por especialistas como um programa de referência, o Bolsa Família pode ficar para trás na comparação com um esquema que é mantido pelo Governo da Argentina. Segue em vigor o Asignaciín Universal por Hijo (AUH), programa que atende famílias de baixa renda, desempregados e trabalhadores informais.
Ao contrário do que acontece no modelo brasileiro do Bolsa Família, o programa argentino é pago por filho e não por família. Dessa forma, o país sul-americano permite que o valor total fique cada vez mais alto conforme aumente o número de crianças cadastradas por cada residência. Neste ano, a AUH paga cerca de 100 mil pesos argentinos por mês a cada filho, o que dá algo em torno R$ 550 na cotação atual.
Valor do Bolsa Família pode ser superado por programa argentino
80% desse valor mencionado é depositado a cada mês, enquanto os 20% restantes ficam retidos até que a família comprove a frequência escolar da criança e o acompanhamento nas áreas da saúde. Se uma família conta com dois filhos, o valor já supera ao do Bolsa Família, chegando a R$ 1100 por mês.
A quantia vai subindo cada vez mais, dependendo de quantas crianças há em cada residência. Além disso, crianças com deficiência, por exemplo, recebem um valor de benefício ainda mais alto. No Brasil, o Bolsa Família é estruturado com o valor mínimo de R$ 600 por família, mas conta com adicionais de R$ 150 por crianças de até 6 anos e R$ 50 para crianças de 6 anos, adolescentes e gestantes.





