O que mais se temia ocorreu. Na madrugada de sexta-feira para sábado, os Estados Unidos da América (EUA), a comando do presidente Donald Trump, invadiram o território da Venezuela e realizaram um ataque. O próprio chefe do Estado confirmou a operação e a classificou como um “sucesso”.
Para além dos bombardeios na capital da Venezuela, Caracas, e outras três cidades, os EUA sequestraram Nicolás Maduro, que é líder do regime no país. Na publicação nas redes sociais, Donald Trump escreveu: “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, que foi capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea.”
Por enquanto, Donald Trump ainda não revelou para onde levou Nicolás Maduro e a esposa. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, exigiu uma prova de vida ao governo dos EUA. O Ministro da Defesa do país latino-americano, Vladimir Padrino, pediu ajuda internacional e classificou o ataque como “vil e covarde”.
Os outros países que se manifestaram, por enquanto, também seguem a linha de Padrino. O governo brasileiro ainda não emitiu um comunicado, porém, a Espanha, a Rússia e a Cuba já condenaram o ataque dos EUA contra a Venezuela. Alemanha e Itália relatou que acompanham a situação de Caracas para ter mais informações sobre os emigrantes.
Por que os EUA atacaram a Venezuela?
Provavelmente, existe uma série de fatores, mas o principal é relacionado a Nicolás Maduro. Segundo as informações, o presidente dos EUA acredita que o líder do regime na Venezuela tem participação ativa no narcotráfico – o que ele já negou. Assim, iniciou um confronto das forças armadas do país norte-americano. Ultimamente, diversas embarcações próximas ao país latino-americano sofreu ataques.




