Embora grande parcela das máquinas de lavar seja fabricada com a opção de centrifugação, o varal de secar roupas ainda segue sendo um item indispensável para algumas pessoas. Apesar de eficiente na hora de remover a umidificação das peças, pode trazer prejuízos aos moradores do Reino Unido. Isso porque a temporada de febre do feno entrou em vigência, aumentando os casos de reação alérgica.
Por se tratar da primavera em solo europeu, os habitantes ligaram o sinal de alerta diante do início da rinite alérgica sazonal. Embora também tenha sido popularizada como febre do feno, não é contagiosa, sendo bastante comum também no verão. A título de curiosidade, trata-se de uma reação imunológica a alérgenos externos, como pólen de plantas, gramíneas ou árvores.
O problema é evidenciado por inflamação nasal, espirros, coriza, olhos coçando e congestão. Ainda que não tenha cura, existem técnicas preventivas, incluindo abandonar os varais e optar por secar a roupa em ambientes fechados ou em secadoras. Na prática, o pólen pode grudar nas roupas, no cabelo e na pele quando um indivíduo estiver na rua. Dessa forma, é possível trazer, nas peças, o grande causador da alergia.
Quando as vestimentas são colocadas ao ar livre por várias horas, a tendência é que o pólen seja levado para dentro da residência, piorando os sintomas. Diante dessa problemática, especialistas recomendam que as roupas sejam penduradas para secar dentro de casa quando os níveis de pólen estiverem altos, pois isso ajuda a minimizar a reação alérgica.
Para evitar que a rinite alérgica sazonal vitime os moradores de todo o Reino Unido, recomenda-se ainda manter portas e janelas fechadas o máximo de tempo possível, tomar banho e trocar de roupa após sair de casa, passar aspirador de pó regularmente e usar óculos de sol envolventes para evitar que o pólen entre no nariz e nos olhos.
Processo de desencadeamento da reação alérgica
A febre é um fenômeno que normalmente ocorre entre o final de março e setembro. Em suma, é caracterizada pela liberação do pólen das árvores, disseminação do pó das gramíneas e a distribuição do pólen das ervas daninhas. Conforme a Agência de Segurança da Saúde do Reino Unido, é possível que os “vilões” sejam liberados mais cedo e por períodos mais longos devido ao aquecimento global.
De modo geral, os níveis de pólen variam de acordo com as condições climáticas, sendo que temperaturas mais altas levam a uma maior produção. Portanto, nesse intervalo, é possível que pessoas que sofrem com rinite alérgica apresentem quadros mais intensos de espirros, coriza ou nariz entupido, coceira e lacrimejamento nos olhos e dores de cabeça.





