Embora o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social não tenha o objetivo de elevar o valor mínimo entregue mensalmente pelo Bolsa Família, alguns lares serão contemplados com uma parcela extra. Conforme a conjuntura de cada residência, o programa direciona valores adicionais, como é o caso do Benefício Primeira Infância, que oferta R$ 150 aos segurados.
Para que o acréscimo seja depositado na conta, é necessário que a família esteja registrada no Cadastro Único (CadÚnico). No entanto, o governo autoriza que R$ 150 sejam entregues a cada criança de até seis anos. Dessa forma, os valores podem escalonar levando em consideração a quantidade de pessoas que compõem o lar na faixa etária em questão.

Embora o pagamento extra do Bolsa Família seja criticado por parte da sociedade brasileira, os valores garantem uma sobrevida para aqueles que vivem em situação de vulnerabilidade. Em outras palavras, os depósitos mensais representam uma alternativa para colocar o alimento na mesa, podendo ainda regularizar contas atrasadas e garantir itens básicos para o lar.
Quais são os pagamentos adicionais do Bolsa Família?
A título de curiosidade, o principal programa de transferência de renda da América Latina disponibiliza valor mínimo de R$ 600 para os segurados. Apesar de o piso ser inferior à metade do salário mínimo, alguns grupos podem ser contemplados com quantias superiores. Sobretudo, a composição do benefício pode incluir:
- R$ 150 extras por criança de até 6 anos;
- R$ 50 por criança ou adolescente de 7 a 18 anos;
- R$ 50 para gestantes e nutrizes (mães que amamentam);
- Garantia de R$ 142 por pessoa, conforme a composição familiar.
Por sua vez, é válido destacar que, como o programa não tem reajuste automático, qualquer aumento depende de decisão política e da disponibilidade orçamentária. A ideia do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é reduzir a dependência do benefício com a oferta de empregos.





