Uma prática comum como escolher o sobrenome do próprio filho pode vir a ser um problema em alguns lugares dos Estados Unidos. Localizado na região Sudeste, o estado do Alabama tem lei específicas à respeito da flexibilidade que os pais têm em registrar as crianças recém-nascidas em documentos oficiais.
O Alabama faz fronteira com o Tennessee ao norte, Geórgia a leste, Flórida e Golfo do México ao sul, e Mississippi a oeste, sendo um estado conhecido por sua rica história, cultura sulista, música (blues, country, gospel) e belas praias no Golfo. Mas também é marcado por ter fortes regulamentações estaduais.

O governo local rejeita alguns sobrenomes que não cumprem o Código Administrativo do Alabama, responsável por reger o registro de nascimento no estado. De acordo com a regra 420-7-1.04, as crianças não podem ser registradas caso o sobrenome não cumpra os seguintes termos: contenha caracteres que não existem em inglês; use números; contém períodos e está escrito com símbolos.
Alabama, nos Estados Unidos, tem regra curiosa para registro de bebês
Vale destacar que a regulamentação está em vigor desde o dia 25 de julho de 2007 e se aplica a todos os registros de nascimento do estado. Outra curiosidade é que, no Alabama, os país não são legalmente obrigados a transmitir o sobrenome aos filhos, podendo ficar livres para escolher um outro sobrenome desde que cumpram as regras acima.
“Os pais podem dar à criança qualquer nome que desejarem para o registro de nascimento. O sobrenome da criança não precisa ser o de nenhum dos pais”, diz a regra estadual. No Brasil e em vários outros lugares dos Estados Unidos, o mais comum é que o sobrenome dos pais sejam transmitidos por gerações.





