A partir de 2026, o sistema educacional da Colômbia vai iniciar a inclusão obrigatória de um novo idioma estrangeiro nas escolas públicas, graças às exigências do mercado global, à mobilidade acadêmica e às oportunidades de formação técnica internacional. A medida tem como foco seguir a modernização curricular da América Latina, assim como vem sendo feito no Brasil.
Na rede pública colombiana, o idioma alemão será incorporado de forma progressiva ao currículo oficial. A implementação começará em instituições selecionadas e ampliada em seguida conforme a capacidade de cada rede. A proposta vai além do ensino teórico: o idioma deverá funcionar como instrumento prático para acesso a universidades estrangeiras, intercâmbios, formação técnica especializada e inserção em empresas multinacionais.

Já no Brasil, o ano letivo de 2026 fica marcado pela aplicação obrigatória do novo modelo de Ensino Médio instituído pela Lei 14.945/2024. A reforma amplia a Formação Geral Básica para 2.400 horas, reduz os itinerários formativos em relação ao formato anterior e mantém os itens previstos pela Base Nacional Comum Curricular. A mudança vale para escolas públicas e privadas em todo o território nacional.
Escolas da Colômbia vão colocar idioma alemão na grade curricular
A escolha do alemão como disciplina estratégica na Colômbia está relacionada ao peso econômico e tecnológico da Alemanha. O idioma é relevante em setores como indústria, engenharia, inovação científica e educação técnica avançada, fortalecendo parcerias bilaterais e ampliando horizontes profissionais para os jovens colombianos. O país europeu, inclusive, tem incentivado a chegada de trabalhadores estrangeiros.
A implementação será coordenada pelo Ministério da Educação da Colômbia, responsável por definir cronogramas, metas de proficiência e materiais didáticos. O processo conta com apoio institucional do Goethe-Institut e da Embaixada da Alemanha na Colômbia, garantindo suporte técnico e cultural para a iniciativa.





