O Itaú Unibanco anunciou na terça-feira (28) uma mudança relevante em sua área de atuação ao definir um novo economista-chefe. A partir de julho de 2026, o cargo será ocupado por Diogo Guillen, que assume a função após passagem recente pelo setor público e chega com a missão de manter o padrão de análise da instituição.
O novo profissional vai substituir Mário Mesquita, que deixa o posto depois de quase uma década liderando as áreas de Macroeconomia e Research da instituição. Durante esse período, Mesquita foi o responsável por consolidar a reputação do banco em análises econômicas e fortalecer a estrutura interna de estudos e projeções.

Com formação pela PUC-Rio e doutorado pela Universidade de Princeton, Guillen traz no currículo a experiência como diretor de Política Econômica do Banco Central do Brasil entre 2022 e 2025. Antes disso, já havia atuado na área de gestão de recursos do próprio Itaú, o que facilita sua reintegração ao ambiente do banco. No Banco Central, sua atuação teve perfil técnico, voltado à construção de cenários econômicos e ao suporte das decisões do Comitê de Política Monetária.
Itaú anuncia Diogo Guillen como novo economista-chefe
Ele participou diretamente das análises que orientam definições sobre inflação, atividade econômica e trajetória da taxa básica de juros, especialmente em um período de transição após o ciclo de alta iniciado no pós-pandemia. A transição no Itaú prevê que Mário Mesquita permaneça como consultor durante um período de adaptação, contribuindo com a equipe econômica.
“Ao longo de sua trajetória no banco, Mário desempenhou papel central no fortalecimento da reputação do Itaú em análises econômicas, liderando a consolidação do time de Macro e a reestruturação do Research, sendo reconhecido pela profundidade, equilíbrio e credibilidade junto a clientes e investidores, no Brasil e nos mercados internacionais”, afirmou o Itaú em nota oficial.





