A chegada de Willian ao Grêmio em 5 de setembro ocorreu em um momento crítico: o clube gaúcho enfrenta desempenho irregular no Campeonato Brasileiro e pressão da torcida. Com 37 anos, o meia-atacante surge como última aposta para reverter a crise, sendo cogitado para estrear no Gre-Nal 448, no domingo, contra o Internacional.
A derrota para o Mirassol aumentou a demanda por reforços imediatos. Willian, que não atuava há 134 dias desde sua saída do Fulham, passou por período de adaptação física no CT Luiz Carvalho. A torcida deposita esperanças em sua experiência em clássicos, adquirida em nove confrontos pelo Corinthians entre 2021 e 2022, com três vitórias e quatro derrotas.

Histórico em partidas de rivalidade
Nos últimos dois anos pelo Timão, Willian atuou como titular em seis clássicos paulistas, com destaque para a vitória sobre o Palmeiras em 2021. Sua única assistência nesse período ocorreu contra o Santos, em 2022. Apesar do retrospecto misto, o jogador conhece a dinâmica de partidas de alta tensão, elemento que o Grêmio busca aproveitar.
Preparação física e estratégia
O atleta realizou trabalho individual na Inglaterra durante as férias, com acompanhamento de preparador físico particular. No Brasil, focou em integrar-se ao esquema tático de Mano Menezes, que planeja utilizá-lo ao lado de Carlos Vinicius e Alysson no ataque. A possível trinca de volantes (Arthur, Cuéllar e Dodi) visa equilibrar defesa e criação.
Desafios imediatos e cenário atual
Marcos Rocha e Carlos Vinicius passam por avaliação médica, mas a expectativa é de que estejam aptos. Willian enfrenta o duplo desafio de reconquistar ritmo de jogo após quatro meses inativo e corresponder ao simbolismo de “salvador da pátria” em um dos clássicos mais decisivos da temporada gremista.




