O Governo Federal, sob o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pode ter em breve mais um avião militar estrangeiro na frota de defesa. O Leonardo M346 é uma aeronave de fabricação russo-italiana, desenvolvida em conjunto pela Alenia Aermacchi, da Itália, e pela Yakovlev, da Rússia.
Com o passar do tempo, a parceria entre os países se desfez, com cada uma das empresas seguindo uma própria linha de avião de treinamento avançado e caça de ataque leve. O interesse do Brasil em novos caças foi revelada no final de 2024, mas a atual situação geopolítica da América do Sul faz com que o país volte a demonstrar a intenção de ter novos equipamentos militares.
A Aermacchi, inclusive, é a empresa que criou o MB-326. No Brasil, recebeu a licença da Embraer, sendo designado como AT-26 Xavante. Foi dessa parceria que surgiu o consórcio AMX Internacional, responsável pelo desenvolvimento em conjunto do caça de ataque leve AMX. Possui dois motores Honeywell/ITEC F124 e velocidade máxima de 1.090km/h (Mach 0.95).
Leonardo pode entrar para a lista de parcerias militares do Brasil
O caça também chama a atenção por poder levar até 3 toneladas de armamentos, distribuídos por sete pontos em suas asas e fuselagem central. A empresa italianda está há muitos anos atuando no Brasil, desde a década de 1970. Se destaca por trabalhar ao lado da Embraer na produção e desenvolvimento de helicópteros, radares aviônicos, serviços e produtos espaciais.
A busca por novos itens militares, incluindo a compra da Leonardo, se tornou um assunto de debate no Brasil e na América do Sul como um topo. O presidente Lula e outros representantes sul-americanos demonstraram preocupação com a ação dos Estados Unidos de retirar Nicolás Maduro da presidência da Venezuela. Existe uma crescente da tensão que se espalha também pela América Central e América do Norte.




