Em meio à imensidão galáctica, a NASA, agência espacial americana, anunciou a descoberta de um novo satélite. Trata-se da lua que orbita o planeta Urano, identificada por meio do Telescópio Espacial James Webb, em 2 de fevereiro de 2025. A empreitada foi liderada pelo Southwest Research Institute (SwRI), que divulgou informações precisas sobre o fenômeno.
Diante da descoberta, Urano já soma 29 satélites, sendo o mais novo um dos menores. “É uma lua pequena, mas uma descoberta significativa, algo que nem mesmo a espaçonave Voyager 2 da NASA viu durante sua passagem há quase 40 anos”, comenta Maryame El Moutamid, líder da Divisão de Ciência e Exploração do Sistema Solar do SwRI.

Com os estudos em andamento, ainda não foi possível cravar com exatidão todos os detalhes do satélite em questão. Porém, as imagens capturadas dão conta de uma área referente a 10 quilômetros de diâmetro, localizada a cerca de 56 mil quilômetros do centro de Urano. No mais, o evento inédito também torna provável que outros objetos celestes pequenos ainda possam ser descobertos
“Através deste e de outros programas, o Webb está oferecendo uma nova perspectiva sobre o sistema solar exterior. (…) A alta resolução e a sensibilidade infravermelha do instrumento NIRCam o tornam especialmente eficaz na detecção de objetos tênues e distantes que estavam além do alcance de observatórios anteriores”, explica El Moutamid.
Estudo da NASA liga sinal de alerta nos brasileiros
Um recente estudo citado pela NASA causou alvoroço em toda a imprensa brasileira, já que dados estipulam que determinadas áreas do país podem se tornar inabitáveis até 2070. As informações dão conta de que o calor excessivo tende a provocar colapsos severos, oriundos das mudanças climáticas.
“Já avançamos muito nessas pesquisas. Hoje, esses limites estão muito melhor computados e esse artigo dos estudos da NASA de 2020 se tornou muito importante. E não é só o Brasil, tá? É uma imensa parte das regiões tropicais e até mesmo latitudes médias que podem ficar inabitáveis se a temperatura chegar nesse nível de 4º C ou mais”, afirmou o cientista Colin Raymond, em entrevista à TV Brasil.





