O empresário Luciano Hang afirmou que a Havan não pretende abrir lojas fora do Brasil nos próximos anos. A declaração foi dada durante a inauguração da nova megaloja da rede em Blumenau. Segundo ele, a prioridade continua sendo ampliar a presença da marca em território nacional.
Hang revelou que já recebeu propostas para levar a varejista a outros países. Mesmo assim, o empresário reforçou que ainda vê grande potencial de crescimento dentro do mercado brasileiro. Para ele, o número de municípios existentes no país mostra que há espaço suficiente para expansão interna.
Estratégia inclui cidades pequenas e polos regionais
De acordo com Luciano Hang, o tamanho populacional não é o único critério analisado pela empresa. A localização estratégica e a capacidade de atrair consumidores de cidades vizinhas também entram nos estudos da companhia. Por isso, municípios menores seguem no radar da rede varejista.
O empresário citou casos de unidades abertas em cidades com cerca de 20 mil habitantes, como Barra Velha e Joaçaba. Segundo ele, muitas lojas operam como centros regionais de consumo. A intenção da empresa é alcançar públicos de diferentes regiões sem depender apenas de grandes capitais.
A nova unidade inaugurada em Blumenau se tornou a loja de número 191 da Havan no país. A estrutura foi construída em aproximadamente 100 dias e gerou cerca de 200 empregos diretos. Hang ainda destacou que a empresa mantém atualmente 12 megalojas em obras simultaneamente.

Santa Catarina segue entre prioridades da rede
Santa Catarina continua ocupando posição estratégica nos planos da varejista. O estado já possui 47 unidades da Havan, mas Luciano Hang acredita que o número pode chegar a pelo menos 60 lojas. Projetos em cidades como São Miguel do Oeste, Florianópolis e Tijucas seguem em andamento.
A meta da companhia é encerrar o ano com 200 lojas em funcionamento no Brasil. Além disso, a empresa projeta atingir faturamento de R$ 22 bilhões e chegar a 25 mil funcionários em 2026. Hang também afirmou que a companhia espera ultrapassar R$ 5 bilhões em impostos e benefícios pagos no próximo ciclo.





