Com os avanços tecnológicos em constante movimentação, o Banco Central decidiu combinar agilidade e flexibilidade em uma única empreitada. Recentemente, a instituição autorizou o Pix Parcelado, garantindo uma sobrevida para aquelas pessoas que não possuem cartão de crédito. O sistema financeiro irá democratizar o acesso a pagamentos divididos, sem comprometer o orçamento individual.
Para uma melhor compreensão, o Pix Parcelado com juros exerce basicamente a mesma função de um empréstimo. Nas cessões, a instituição financeira adianta o valor total ao destinatário, enquanto o cliente se encarrega de pagar as repartições com taxas adicionais, variando de acordo com o banco. Em contrapartida, no parcelamento, a primeira parte é paga no ato, enquanto as demais são agendadas sem juros.

A ideia do Banco Central é garantir uma padronização, transparência e segurança jurídica, tanto para consumidores quanto para empresas. Isso porque a nova metodologia irá permitir a inclusão financeira para aqueles que não apresentam condições imediatas para arcar com uma dívida. No entanto, é necessário manter cautela, uma vez que a modalidade apresenta juros, em que taxas elevadas podem tornar-se bolas de neve.
Quais as vantagens da nova medida?
Além da democratização, o Pix Parcelado irá garantir uma sobrevida àqueles que estão vetados de munir cartão de crédito. Por outro lado, mesmo com os juros embutidos, a medida vai manter a agilidade e flexibilidade do Pix tradicional, adaptando-se ao orçamento do consumidor. Contudo, especialistas ligam o sinal e alerta para os seguintes pontos:
- Verificar o Custo Efetivo Total (CET) nas operações com juros;
- Manter as parcelas dentro do seu planejamento e capacidade financeira;
- Ler o contrato da instituição financeira, uma vez que o número de parcelas pode comprometer ainda mais as multas por atraso.


