O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), despachou nos últimos meses as principais demandas do estado em parceria com Santos, no litoral paulista. Apesar de ainda não ter saído do papel, o projeto da terceira pista da Rodovia dos Imigrantes tem gerado grandes repercussões entre os moradores. De acordo com o político, a empreitada deve custar R$ 6 bilhões em investimentos.
Com a finalidade de oferecer o deslocamento entre São Paulo e Santos mais eficiente, a rodovia em questão será acompanhada de um túnel imerso e viadutos que devem facilitar o deslocamento até o litoral. Devido ao aumento constante do fluxo de veículos entre as regiões, a ideia é fazer com que os mais de 250 mil veículos presentes nos finais de semana não sobrecarreguem a infraestrutura atual.

“(São) 21,5 quilômetros (de pista), sendo 17 quilômetros de túneis ligando desde o quilômetro 43 da Rodovia dos Imigrantes até a Rodovia Cônego Domenico Rangone. Esse investimento de grande porte vai aumentar muito a capacidade desse sistema que faz a ligação planalto-Baixada”, explicou o governador e potencial candidato à presidência da República.
Orquestrado pela Secretaria de Parcerias em Investimentos do Estado, a obra propõe a criação de uma nova via com 55 km de extensão, sendo 17 km compostos por túneis escavados na Serra do Mar. A estimativa é que as obras sejam iniciadas no início de 2026, tendo em vista que o processo de licitação ainda não começou.
Santos ganha novos investimentos
Mesmo com o trânsito sendo uma das grandes dores de cabeça dos moradores e trabalhadores da região, o governador de São Paulo garantiu novos investimentos em Santos. De acordo com Tarcísio, foram liberados mais de R$ 58,5 milhões para o Hospital dos Estivadores, referência em atendimento materno-infantil.
Por outro lado, R$ 66 milhões foram destinados aos hospitais municipais de Peruíbe e Bertioga, garantindo o funcionamento e aquisição de equipamentos de primeira ponta. Por outro lado, anunciou a renovação do convênio para a maternidade de São Vicente, além dos recursos para o programa Vida Digna, que visa retirar 2.900 famílias na região, garantindo moradia digna e infraestrutura básica.





