Em meados de setembro, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) deu continuidade ao protocolo de instalação de novos radares na via Estrutural, também chamada Estrada Parque Ceilândia (EPCL). Os medidores de velocidade antigos foram desligados, mas os atuais já estão funcionando e autuando motoristas que excedem o limite de 80 km/h na via.
A ideia é monitorar com precisão e reduzir os acidentes na rodovia que liga o Plano Piloto às regiões administrativas como Taguatinga e Ceilândia. Embora tenha surpreendido alguns condutores, as instalações foram iniciadas em julho. Porém, ao contrário do material descartado, os atuais são mais modernos e contam com uma tecnologia que vai ajudar em outras fiscalizações.

A título de informação, os pardais possuem três câmeras e vão monitorar as três pistas da via Estrutural. Para o Departamento de Estradas de Rodagem, a substituição tem a intenção de aumentar o monitoramento, segurança e reduzir drasticamente os acidentes na via.
“A troca ocorre devido à necessidade de atualização tecnológica para utilização em pavimento de concreto pelo DER. Os pontos de instalação foram definidos com base em estudos técnicos de engenharia de tráfego, índices de acidentes e necessidade de disciplinar o fluxo de veículos, sempre considerando a preservação de vidas”, disse o departamento em nota.
Quais as implicações para os motoristas?
A multa de velocidade ou multa por excesso de velocidade possui três valores diferentes estipulados no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), variando de acordo com a porcentagem do limite de velocidade excedida. Quanto maior for a velocidade acima do permitido, maiores serão as cifras. Confira o detalhamento abaixo:
- Até 20% acima do limite permitido: R$ 130,16 e 4 pontos na CNH;
- De 20% até 50% acima do limite permitido: R$ 195,23 e 5 pontos na CNH;
- Acima de 50% do limite permitido: R$ 880,41 e suspensão da CNH.
Além disso, existe a possibilidade de a Carteira de Habilitação Nacional ser suspensa quando a multa por excesso de velocidade for acima de 50% do limite permitido. No entanto, é possível recorrer diante das implicações.





