Os beneficiários do Bolsa Família e de outros programas sociais vinculados ao Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal vão precisar cadastrar biometria até o dia 31 de dezembro de 2026 para continuar recebendo os pagamentos. A exigência também vale para benefícios como salário-maternidade, pensão por morte, seguro-desemprego, benefício por incapacidade e abono salarial.
O prazo inicial para a realização do cadastro terminaria em maio deste ano, mas o Governo Federal decidiu prorrogar a data com o intuito de evitar que milhões de brasileiros ficassem sem acesso aos benefícios essenciais para a subsistência do dia a dia. A medida busca ampliar o tempo disponível para a regularização dos dados biométricos da população.

O cadastramento pode ser realizado de forma gratuita por meio da emissão da Carteira de Identidade Nacional, conhecida como CIN, novo modelo de identidade que vai substituir gradualmente o antigo documento, o RG. Durante o atendimento, serão coletadas impressões digitais e fotografia do cidadão para a inclusão no sistema nacional, que servirá como base.
Cadastro da biometria passa a ser essencial para quem tem Bolsa Família
Para realizar o procedimento, o beneficiário deve acessar o portal oficial do serviço de identificação do seu estado e fazer o agendamento do atendimento presencial. Em seguida, será necessário escolher o posto disponível, além da data e horário para comparecimento ao local responsável pela emissão do documento. No dia marcado, o cidadão deve apresentar a documentação obrigatória.
Solteiros precisam levar a certidão de nascimento, enquanto pessoas casadas devem apresentar a certidão de casamento. A primeira via da nova Carteira de Identidade Nacional será emitida gratuitamente para toda a população brasileira. Atualmente, o valor mínimo do Bolsa Família é R$ 600 por família, com o valor médio do benefício atingindo R$ 683,75, segundo os dados de abril de 2026.





