Uma das estações mais prestigiadas está próxima de desembarcar no Brasil, mas um detalhe negativo pode tornar a imersão não muito prazerosa. Conhecido por oferecer temperaturas agradáveis e um sol estridente, o verão de 2026 trará consigo ventos frios. A motivação está diretamente ligada a um fenômeno natural, o La Niña.
De acordo com estudos do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no dia 21 de dezembro, às 12h03 (horário de Brasília), será iniciado o solstício de verão. Em outras palavras, o sol atinge seu ponto mais alto no céu, resultando no dia mais longo do ano. Como resultado, o fenômeno climático, caracterizado pelo resfriamento das águas do Oceano Pacífico, altera o regime de chuvas e de temperaturas.
Por outro lado, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) explica que o La Niña de 2025 apresentará intensidade fraca, com 70% de probabilidade de se manter até fevereiro de 2026. Dessa forma, o verão será atípico, com frio e chuvas acima da média, o que pode reduzir as viagens à praia.
A tendência é que a interferência do fenômeno natural perca gradualmente sua força a partir do primeiro trimestre do próximo ano. Sobretudo, estima-se que os meses de dezembro e janeiro irão registrar dias mais nublados, chuvas contínuas e a presença de massas de ar polar tardias. O combo tende a resultar em temperaturas abaixo da média em várias regiões do país.
Previsões para o verão de 2026
Conforme os estudos meteorológicos, o verão apresentará predominância quente, com períodos de calor intenso entre o final de janeiro e fevereiro. Nesse intervalo, as temperaturas voltam a subir em todo o território nacional. Por consequência, o La Niña pode provocar chuvas mais regulares no Norte e Nordeste, períodos mais secos no Sul e temperaturas mais amenas no Centro-Oeste e Sudeste.





