A Polícia Ambiental multou a arrendatária de um sítio na última segunda-feira (9) por degradação ambiental no bairro Córrego Paineira, em Tupi Paulista, no interior de São Paulo. A mulher de 30 anos de idade terá que pagar uma multa num valor de quase R$ 4 mil.
De acordo com informações da Polícia Ambiental, foi feito monitoramento por imagens de satélite, que constatou a retirada de vegetação em diferentes estágios em Área de Proteção Permanente (APP). A mulher chegou a retirar parte da vegetação em estágio inicial para reformar uma ponte e construir uma casa de máquina, que seria utilizada para instalar a bomba de sucção para irrigação agrícola.

As autoridades informaram que as imagens de satélite foram fundamentais para identificar a infração, com a retirada da borda de vegetação nativa com uso de maquinário agrícola. Parte da área destruída estava dentro da zona de amortecimento do Parque Estadual do Rio Aguapeí. Já num outro trecho, a vegetação gramínea foi retirada durante a reforma de uma ponte dentro de APP e da zona de amortecimento.
Polícia Ambiental usa imagens de satélite para multar infratores
Nesse caso, foram construídas duas casas de máquina no local, de acordo com a Polícia Ambiental. Os agentes estiveram na região, conferiram as áreas afetadas e aplicaram quatro Autos de Infração Ambiental contra a mulher. Somadas, as multas deram um total de R$ 3.990,45 por desmatamento de área ambiental sem autorização do órgão competente.
Também com o uso de imagens de satélite, os policiais flagraram um outro crime ambiental na última sexta-feira (6), em Salmourão, no oeste de São Paulo. Na ocasião, um homem de 55 anos recebeu uma multa de R$ 1.595 por retirar a vegetação nativa sem autorização em um sítio da zona rural. Os agentes encontraram 0,29 hectare de vegetação em estágio inicial de regeneração suprimido.





