Considerada uma das maiores redes de varejo do Brasil, a Magazine Luiza estampa as mais diversas campanhas publicitárias visando atrair novos clientes. Diante do marketing assinado, a presença de uma personagem virtual chama a atenção por estar imersa nos comerciais e ações da empresa. Nomeada de Magalu, a boneca faz alusão à Luiza Helena Trajano, dona do império da companhia.
A título de curiosidade, a empresária detém a maior porção das ações do empreendimento, exercendo ainda o cargo de presidente do Conselho de Administração da rede. Por sua vez, é necessário destacar que o controle acionário da empresa está concentrado na Fintech Magalu Holding, estrutura societária que garante à família Trajano a manutenção do poder decisório.

Para uma melhor compreensão, a Magazine Luiza consiste em uma companhia de capital aberto, mas todas as decisões finais precisam ser decretadas pela família Trajano, com Luiza no controle. Diante do crescimento das vendas em todo o território brasileiro, a gestão cotidiana da rede foi realocada às mãos de Frederico Trajano, filho da mandatária.
“O Magalu respeita dogmas diferentes, mas continua com as suas práticas. Continuamos investindo na igualdade, tendo programa de trainee não só para negros, mas para mulheres e para homens e mulheres diversos na tecnologia. Também combatemos a violência contra mulheres e crianças. […] O que sinto é que a própria população hoje não aceita discriminação”, afirmou Luiza em entrevista ao Globo.
Magazine Luiza no epicentro do protagonismo brasileiro
De acordo com o Instituto Retail Think Tank Brasil (IRTT), em 2024, as maiores varejistas do Brasil somaram um faturamento de R$ 1,3 trilhão de reais, o que corresponde a 9,6% a mais que no ano anterior. Nessa configuração, a Magazine figurou na terceira posição dentre as companhias que mais lucraram no setor varejista, atrás apenas do Carrefour e Assaí.
Confira o ranking completo:
- Grupo Carrefour Brasil – R$ 120,6 bilhões;
- Assaí – R$ 80,6 bilhões;
- Magazine Luiza – R$ 47,3 bilhões;
- RD Saúde (Raia Drogasil) – R$ 41,8 bilhões;
- Grupo Boticário – R$ 35,7 bilhões;
- Grupo Casas Bahia – R$ 32,4 bilhões;
- Grupo Mateus – R$ 30,1 bilhões;
- Amazon – R$ 26,0 bilhões (estimado);
- Americanas – R$ 21,4 bilhões;
- Supermercados BH – R$ 21,3 bilhões.





