Apesar de a Honda e Yamaha serem as principais potências de distribuição de motocicletas no Brasil, uma nova concorrente decidiu fincar as raízes em território nacional. Uma nova unidade da Moto Morini está delimitada na região de Barreiros, em São José. A ideia de expandir sua atuação para Santa Catarina está ligada ao processo de abertura de outras 13 lojas no país.
Presente no Brasil desde 2024, a fabricante italiana estuda investir mais de R$ 250 milhões até 2027 para se firmar como uma das grandes potências do mercado. O primeiro passo foi dado, condizente à instalação de uma unidade de montagem no Polo Industrial de Manaus. A façanha representa a consolidação da rede de concessionárias e o fortalecimento da identidade da marca em território nacional.

Embora tenha o objetivo de ampliar seu catálogo, as motocicletas da Moto Morini apresentam foco no segmento de média e alta cilindrada, com modelos que combinam desempenho, qualidade de construção e custo-benefício premium. Nesse intervalo, a rede contará com suporte técnico especializado, logística otimizada e concessionários alinhados à visão de excelência da empresa em Santa Catarina.
“Não queremos ser a maior marca. Queremos ser a mais lembrada entre aqueles que realmente amam o que pilotam. Nesse mercado, os detalhes fazem toda a diferença: o toque do acelerador, o som do motor, o design do farol. Não vendemos apenas motocicletas; entregamos o direito de fazer parte de algo maior”, avalia o CEO da Moto Morini no Brasil, Fabrício Morini.
Mais detalhes sobre a unidade em Santa Catarina
Localizada na Avenida Leoberto Leal, a unidade apresenta o conceito de loja-boutique. A ideia da empresa é encurtar o interesse dos pilotos, uma vez que o ambiente intimista aproxima o cliente do fornecedor. Ainda que não tenha se firmado em Santa Catarina, a marca italiana deseja ampliar os negócios em direção a Balneário Camboriú, Itajaí e Joinville.
O plano audacioso inclui elevar o market share da empresa até 2026, com a comercialização de 5 mil motocicletas ao ano pelos próximos 4 anos. A tarefa não será simples, tendo em vista que o mercado brasileiro é composto por mais de 90% das vendas sendo de autoria da Honda e Yamaha.




