O senador Romário (PL-RJ) está no epicentro das atenções políticas após decidir não assinar o pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em 6 de agosto de 2025, uma lista composta por 38 senadores manifestava apoio ao impeachment, enquanto o senador carioca permanece indeciso. O cenário colocou Romário em rota de colisão com parte significativa de seu partido, o PL, e especialmente com a ala bolsonarista.
A decisão de Romário, comunicada ao presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto, reforça uma estratégia cautelosa do senador em manter independência dentro do partido, avaliando que o movimento não possui base política para prosperar. Esse posicionamento gerou críticas intensas, principalmente nas redes sociais, onde Romário possui grande visibilidade e enfrenta uma avalanche de desaprovação.
Reação nas Redes: Críticas e Dúvidas
A recusa do senador em aderir ao movimento de impeachment atraiu críticas dos apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro e foi muito comentada nas redes. Em suas publicações, aumentou significativamente o número de comentários, agora repletos de cobranças para rever sua posição.
Este clima de pressão reflete a insatisfação dos eleitores que aguardam uma mudança de postura por parte dele, mas Romário mantém firme sua abordagem independente.
Motivações por Trás da Decisão de Romário
A escolha de Romário de não apoiar o pedido de impeachment parece ser impulsionada por uma análise de viabilidade dentro do cenário político do Congresso. Ele acredita que evitar embates desnecessários com o Supremo Tribunal Federal, especialmente com o ministro Moraes, com quem mantém um relacionamento institucional respeitoso, é mais vantajoso.
Romário julga que preservar sua imagem pública e seus canais de diálogo com o Judiciário são prioridades frente a uma ação que considera simbólica, sem perspectiva concreta de avanço.
Na manhã do dia 6 de agosto de 2025, 38 senadores assinaram apoio ao impedimento do ministro, três a menos que o necessário para o processo seguir adiante. Nomes como Romário e a senadora Eudócia Caldas exercem papel crucial nesse contexto, enquanto o partido e a pressão pública aguardam definições.




