Tradicionalmente, é comum que os restaurantes brasileiros disponibilizem os pratos acompanhados por sachês de molhos (ketchup, maionese, sal, açúcar e mostarda). No entanto, essa prática será proibida em restaurantes de um outro continente a partir dos próximos meses. Isso porque o governo autorizou a remoção gradual das embalagens plásticas dos empreendimentos.
Na prática, os brasileiros podem seguir usufruindo da diversidade de sachês, mas o mesmo não pode ser dito dos países integrantes da União Europeia. Em comum acordo, após pressão ambiental e regulatória, os estabelecimentos irão retirar as embalagens plásticas das mesas e demais áreas, a contar do mês de agosto. Ainda que a adoção tenha gerado repercussão, tem uma justificativa consistente.

Com a implantação do regulamento sobre Embalagens e Resíduos de Embalagens, a União Europeia decretou que hotéis, bares e restaurantes deverão substituir grande parte das embalagens plásticas descartáveis de uso único por soluções reutilizáveis ou de menor impacto ambiental. Essa medida tem a finalidade de impulsionar a doação de dosadores recarregáveis e recipientes de maior volume.
Para uma melhor compreensão, toda a rotina dos estabelecimentos deverá ser redesenhada, fator que tende a reduzir os impactos ambientais. Nesse cenário, deixarão de ser entregues aos clientes sachês de molhos, shampoos, condicionadores e até mesmo itens de cortesia compostos por plásticos. Em outras palavras, o volume de resíduos comumente gerados sofrerá um descenso.
Mas, afinal, quais são as soluções?
Por consequência do regulamento em todo o bloco econômico, muitos consumidores ligaram o sinal de alerta sobre possíveis alternativas oferecidas. Contudo, a fim de priorizar a conformidade sanitária, especialistas destacam algumas técnicas que podem se sobrepor. Entre elas estão:
- Dosadores recarregáveis certificados;
- Recipientes reutilizáveis individuais;
- Embalagens compostáveis ou biodegradáveis;
- Oferta de condimentos somente sob demanda.





