De forma injusta, a profissão de professor é uma das menos valorizadas no Brasil e não apenas no tocante ao financeiro, quanto ao respeito social. Com o crescimento econômico do Mato Grosso do Sul potencializando a região, o Estado brasileiro se destacou por desembolsar o maior salário para os docentes, correspondendo a R$ 12.380,66.
Embora a valorização dos professores gere um debate extenso, a região Centro-Oeste decidiu não participar da discussão por enxergar a profissão como essencial para o desenvolvimento das demais áreas. Enquanto outros Estados sequer ultrapassam o piso (R$ 4.867,77), o Mato Grosso do Sul decidiu quase triplicar o montante a ser direcionado aos educadores.
A título de curiosidade, para atuar no Estado, são exigidas 40 horas semanais por R$ 12.380,66. Todavia, para aqueles professores com altos níveis de qualificação, o pagamento pode ultrapassar os R$ 20 mil. A título de comparação, São Paulo é a maior cidade da América Latina e mesmo assim é a que menos remunera os docentes, apresentando piso de R$ 3.014,12.
Qual o piso dos professores em cada Estado do Brasiol?
- Mato Grosso do Sul – R$ 12.380,66
- Mato Grosso – R$ 7.005,09
- Ceará: R$ 6.465,10
- Rio Grande do Norte: R$ 6.412,80
- Amapá: R$ 5.874,89
- Paraíba: R$ 5.718,96
- Tocantins: R$ 5.674,75
- Alagoas: R$ 5.501,43
- Rio Grande do Sul – R$ 4.809,49
- Sergipe – R$ 4.762,41
- Piauí – R$ 4.657,10
- Goiás – R$ 4.624,78
- Minas Gerais – R$ 4.624.70
- Pará – R$ 4.582.58
- Pernambuco – R$ 4.580,57
- Rondônia – R$ 4.580,57
- Bahia – R$ 4.420.56
- Paraná – R$ 4.420,54
- Amazonas – R$ 4.349,50
- Espírito Santo – R$ 3.870,75
- Santa Catarina – R$ 3.600,00
- Rio de Janeiro – R$ 3.529,74
- Maranhão – R$ 3.460,02
- Acre – R$ 3.268,01
- Roraima – R$ 3.249,87
- São Paulo – R$ 3.014,12.




