Fora dos planos da Seleção Brasileira há três meses, Raphinha voltou a defender a camisa do Barcelona no final de novembro. O experiente atacante ficou afastado dos gramados após sofrer lesão muscular no bíceps femoral da coxa direita. Com a finalidade de potencializar os serviços do camisa 11 em campo, o técnico Hansi Flick pode colaborar com o retorno do craque ao grupo de Carlo Ancelotti.
Apesar de ter tratado a lesão por quase dois meses, o brasileiro voltou a mostrar o motivo de ser um dos melhores jogadores do futebol europeu. Nos últimos dois jogos em que disputou ao lado de Lamine Yamal, Raphinha estufou as redes adversárias três vezes. A questão é que o comandante do Barcelona modificou a atuação do atacante recentemente.
Com a ponta esquerda sendo o seu setor de origem, o cria do Avaí mostrou destreza ao ser realocado para atuar como meia centralizado. Na ocasião, deixou as laterais para que Marcus Rashford pudesse jogar, ganhando uma maior dinâmica na temporada. Por consequência do excelente aproveitamento, Hansi Flick pode ajudar Ancelotti a não quebrar a cabeça na hora de escolher os pontas para a Copa do Mundo.
Embora mantenha sigilo sobre os nomes cravados no torneio organizado pela FIFA, o treinador italiano colocou o atacante no rol de potenciais destaques. No entanto, a Seleção Brasileira ainda terá compromissos em 2026, o que será crucial para sacramentar os jogadores escolhidos para representar a delegação canarinha.
Queda de braço em função da Copa do Mundo
Apesar de estar em constante ascensão com as vestes da equipe espanhola, Raphinha pode precisar mudar de posição para defender seu país de origem. Em resumo, durante o período em que esteve lesionado, Estêvão foi o ponta na direita, Rodrygo na esquerda e Vinicius Júnior e Matheus Cunha atuaram centralizados contra a Coreia do Sul e Senegal.
Diante do entrosamento do quarteto e elogios de Carlo Ancelotti, o jogador do Barcelona briga com Cunha pela vaga, já que, do quarteto citado, participou somente de um dos sete gols do Brasil. Dessa forma, o camisa 11 do líder da LaLiga faria uma dupla de ataque com Vini e, estando mais à direita, executaria função relativamente parecida com a que fez contra o Osasuna.
Por sua vez, Raphinha também pode completar ao lado de Vinicius, Estêvão e Rodrygo o fator de liberdade de posição, movimentações e a capacidade de jogar com polivalência, possivelmente trocando com seus colegas. Portanto, caso as condições físicas atuais se mantenham até março de 2026, Ancelotti pode testar essa formação nos amistosos contra Croácia e França, antes da Copa do Mundo.





