Situado no Litoral Norte do Rio Grande do Sul, Xangri-Lá consolidou-se como a terra dos condomínios fechados de luxo. Composto por pouco mais de 16 mil habitantes, o município tem sido alvo de vários empreendimentos, resultando na escassez de terras para que novas obras sejam erguidas. A informação foi confirmada pelo prefeito Celso Bassani Barbosa.
Para fins de compreensão, a cidade conta, atualmente, com 43 empreendimentos, prevendo outros 19 até 2026. Em entrevista ao programa Conversas Cruzadas, o prefeito declarou que o processo de urbanização culminou na ausência de território para criar novos condomínios. Posto isso, os projetos disponíveis já foram vendidos, exigindo que empresários realoquem seus interesses para municípios vizinhos.

Atualmente, oito condomínios estão em construção, com o 44º devendo ficar pronto até o final do próximo verão. De modo geral, o mercado imobiliário de luxo em Xangri-Lá está em plena ascensão, com lançamentos sofisticados e projetos arquitetônicos exclusivos. Todo o conforto, segurança e qualidade de vida têm feito jogadores de renome desembarcar na cidade sulista.
Para se ter uma dimensão da alta procura por serviços da região, durante a temporada, a cidade chega a receber 300 mil pessoas nos fins de semana, número que supera em 18 vezes a quantidade de seus habitantes. Em meio ao interesse coletivo, autoridades estão assinando obras de melhorias na pavimentação, segurança e lazer.
Jogador renovado assina obra no litoral nordestino
Assim como vários jogadores, Neymar Jr. entendeu a dinâmica por detrás do mercado imobiliário de luxo. Diante do fluxo de turistas no litoral nordestino, o meia-atacante do Santos assinou projeto para erguer o “Rota DUE Caribe Brasileiro”, abrangendo mais de 100 quilômetros entre as orlas de Porto de Galinhas e Carneiros, em Pernambuco, e em Maragogi, Antunes e Japaratinga, em Alagoas.
Por se tratar de uma área crescente em demanda nos pacotes de viagens, o jogador assinou toda a obra, avaliada em R$ 7,5 bilhões. De acordo com a revista Veja, serão erguidos 28 edifícios, variando entre R$ 300 mil e R$ 6 milhões cada unidade. No mais, estima-se um faturamento de R$ 17 bilhões pelos próximos três anos com a venda das unidades.





