Turistas que escolhem o litoral catarinense encontram em Bombinhas um destino singular. Apesar de ser a menor cidade do estado, o município reúne paisagens preservadas e regras próprias de acesso.
Conhecida por suas praias cristalinas, Bombinhas cobra uma taxa ambiental dos visitantes. O valor pode chegar a R$ 191,50 por veículo, dependendo da categoria e do período.

Preservação ambiental como prioridade
A Taxa de Preservação Ambiental é aplicada desde 2015 e vale entre os meses de novembro e abril. Segundo a prefeitura, a medida busca equilibrar turismo intenso e conservação.
Com apenas 34,5 quilômetros quadrados, Bombinhas possui cerca de 67% do território coberto por áreas verdes. Três unidades de conservação reforçam o compromisso ambiental da cidade.
O município abriga 39 praias, sendo cinco certificadas com o selo internacional Bandeira Azul. O reconhecimento destaca qualidade da água, gestão ambiental e infraestrutura adequada.
Turismo intenso e controle de acesso
Durante a última temporada de verão, Bombinhas recebeu aproximadamente 2,3 milhões de turistas. Em alguns meses, a população flutuante chegou a ser até 18 vezes maior que a fixa.
A administração municipal afirma que a taxa ajuda a reduzir impactos causados pelo excesso de visitantes. Os recursos são destinados a fiscalização, educação ambiental e recuperação de áreas degradadas.
Na temporada mais recente, a arrecadação ultrapassou R$ 26 milhões. Parte significativa desse valor veio de veículos estrangeiros que ingressaram no município.
Valores e formas de pagamento
Os preços variam conforme o tipo de veículo. Motocicletas pagam R$ 4,50, enquanto carros de passeio desembolsam R$ 38,00 para acessar a cidade.
Vans, caminhões e ônibus têm valores mais elevados, chegando ao teto de R$ 191,50. A cobrança ocorre nos principais acessos, como Bombas e Zimbros.
O pagamento pode ser feito antecipadamente pelo site oficial ou aplicativo da TPA. Há opção de Pix e uso de tags automáticas, facilitando a entrada dos visitantes.
Totens de autoatendimento também estão espalhados em pontos estratégicos. Supermercados, shoppings e pórticos turísticos oferecem alternativas práticas para regularizar o acesso.





