A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) terá um faturamento astronômico em função da disputa da Copa do Mundo de 2026, a ser disputada nos Estados Unidos, Canadá e México. De acordo com as estimativas da entidade, é esperado o recolhimento de R$ 1 bilhão somente em patrocínio. Até o momento, o pacote de marketing da entidade contempla 12 parceiros.
Ainda que o torneio organizado pela FIFA seja a peça-chave do quebra-cabeça, os acordos firmados serão evidenciados ao longo de toda a temporada. Em 2026, a CBF fechou parceria com sete novas marcas, sendo elas: Sadia, Azul, Volkswagen, Amazon, Google, Uber e ifood. Essas empresas estarão presentes em todas as aparições envolvendo a Seleção Brasileira.

Dos valores a serem arrecadados, o de maior prestígio fica a cargo da Nike, empresa norte-americana fornecedora dos materiais esportivos do Brasil. O acordo entre as partes cravou a transferência de US$ 87 milhões (R$ 434,9 milhões, na conversão atual). No entanto, segundo as previsões, com os royalties, a tendência é que a receita salte para US$ 100 milhões (cerca de R$ 499,9 milhões).
Diante do cenário positivo montado pela CBF, os valores arrecadados são capazes de resolver o problema financeiro da maioria dos clubes que disputam a Série A. Nesse recorte, as cifras ajudariam a amenizar a dor de cabeça do Cruzeiro, que possui dívida de R$ 981,1 milhões, do Vasco da Gama (R$ 928,5 milhões), São Paulo (R$ 852,9 milhões) e outros.
Convocação para a Copa do Mundo ganha contornos dramáticos
No dia 18 de maio, os torcedores descobrirão quais serão os jogadores convocados por Carlo Ancelotti para defender a Seleção Brasileira no maior torneio de nações da história. Embora tenha esboçado algumas presenças confirmadas, o italiano se deparou com um cenário catastrófico. Isso porque Estêvão, artilheiro da atual era, pode ficar fora da competição.
Em jogo válido pela Premier League, o atacante sofreu uma lesão muscular grave (grau 4) na parte posterior da coxa direita. De acordo com os médicos dos Blues, o caso é cirúrgico, fator que tende a afastar o cria do Palmeiras da Copa do Mundo. No entanto, apesar da ruptura quase total da musculatura, o jogador combinou com o Chelsea de fazer um tratamento conservador para que volte em menos de 60 dias.
Caso o mecanismo traga resultados, existe uma pequena chance de Estêvão marcar presença na lista final de Ancelotti. Contudo, a tendência é que a comissão técnica da Seleção Brasileira avalie outro substituto para preencher a lacuna. Diante dessa realidade, a delegação perderá o maior goleador da era do treinador italiano.





