Opinião

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"Exército é instituição de Estado e leal à Constituição"

do general EDSON LEAL PUJOL // em seu último evento na posição de Comandante do Exército

Ana Karla Flores

22/04/2021 - 05h00

“Exército é instituição de Estado e leal à Constituição”, do general EDSON LEAL PUJOL // em seu último evento na posição de Comandante do Exército.

30 entidades de vários estados estão publicando anúncio de página inteira nos jornais dizendo que “o comércio formal não aceita mais pagar a conta sozinho” e “não vamos aceitar novos fechamentos”.  

Mais: que “o abre e fecha seletivo sem critérios e evidências, praticados por prefeitos e governadores, eleva os custos trabalhistas, causa instabilidade e insegurança e gera demissões e falência das empresas”.

In – Energia solar

Out – Energia nuclear

 

Momentos especiais

A modelo e cantora Barbara Fialho, 33 anos, está à frente de algumas campanhas publicitárias, entre elas Corello e Coven e também participou da 6ª Garden Digital Show (projeto digital em desfile que enaltece a moda brasileira e prioriza o estilo de vida nacional). 

Ela tinha o projeto de focar em sua carreira musical, mas teve que mudar os planos por causa da pandemia. Apesar de tudo não tem o que reclamar e garante que teve momentos especiais com sua filha Maria, de 1 ano e 7 meses fruto do relacionamento com Rohan Marley, (filho de Bob Marley). 

“Apesar de todo caos mundial, os últimos 12 meses foram muito especiais. Pude acompanhar a evolução da minha filha. Vi nascer seu primeiro dentinho. Estava lá no momento em que ela engatinhou. Essas coisas não se repetem. Todo o resto dá para recuperar”. 

E faz planos de reencontrar o marido porque ela está no Brasil enquanto ele está em Miami, desde o início da pandemia.

O novo Doria

Aconselhado pelos mais chegados (ocasiões raras), o governador João Doria estaria disposto a mudar parte de seu comportamento como Chefe do Executivo paulista e eventual candidato ao Planalto. 

A velha guarda do PSDB acusa Doria de não ter o homem político dentro de si e de construir acordos que não contemplam os envolvidos, somente a si mesmo. Esses tucanos acham que, cercado de técnicos, Doria não tem um grupo político a seu lado, o que é importante porque as eleições são no ano que vem. 

E o próprio Doria também acha que o mote “Não sou político, sou gestor” não tem o impacto que teve anteriormente. Doria não é uma unanimidade no PSDB e tem dificuldade em articulação. 

O estilo empresarial de seu governo agora é visto como um obstáculo eleitoral. As pesquisas lhe dão 5% a 6%, mesmo com bons resultados de imagem na corrida da vacinação. 

Ele vai tentar mudar o que mais é criticado. Reuniões sem celular (e sem atraso), quantidade de entrevistas coletivas, além do fato de não receber prefeitos para foto e cafezinho (como fazia Geraldo Alckmin) – e de exagerar no marketing. Recebe, contudo, parlamentares e aliados do cenário nacional no Palácio dos Bandeirantes nas reuniões semanais do secretariado. 

Conversas a sós são raras.

Mudança de visual

A apresentadora Sabrina Sato, sempre surpreende seus seguidores das redes sociais com fotos, geralmente sensuais. Mas pegou grande parte de seus fãs de surpresa ao abandonar os longos fios. 

Ela agora adotou cabelos mais curtos e escuros. Ela garante que gosta sempre de mudar o visual para não enjoar. Sabrina também manda avisar que quer aumentar a família, apesar da resistência de Zoe. 

“Tenho vontade de ter, de adotar. Então posso encher a casa de repente”. Mais: revelou que é viciada em celular, que quer estar com ele o tempo todo, ao levantar-se, depois de transar, de sair do banho, etc.

Quem indicou

O responsável pela indicação do general Joaquim Silva e Luna para a presidência da Petrobras foi o ministro de Minas e Energia, o almirante Bento Albuquerque, que também havia indicado o presidente do conselho de administração da companhia, reconduzido ao cargo, o almirante da reserva Eduardo Bacellar.

 O presidente do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, diz que “é o fim da era Guedes na Petrobras”.

 

Aguardando

Lula está aguardando a definição do julgamento da suspeição de Sérgio Moro para definir seus próximos movimentos. Tem sido assediado por ex-aliados do Centrão, mas a movimentação deve começar com antigos aliados da esquerda com o binômio vacina e fome. 

A primeira viagem de seu tour nacional deve ser ao Maranhão do governador Flávio Dino (PCdoB), menor índice nacional de mortalidade pela pandemia.

Olho vivo

O projeto do Banco Central de transformar o PIX em uma espécie de identidade digital do brasileiro é um passo a mais para a consolidação do monopólio estatal sobre as informações pessoais. 

O combo PIX/ gov.br/ TSE dá ao governo um poder na concentração, processamento e análise de dados dos cidadãos: das movimentações financeiras e do histórico fiscal ao cadastro de eleitores, filiados a partidos políticos, candidatos a cargos eletivos e mais itens. 

Do seu lado, o TSE já anunciou a intenção de desenvolver um sistema para eleição remota, por meio de dispositivos moveis, um risco a mais para a proteção de informações confidenciais.

LAVA TOGA

O senador Lasier Martins (Podemos-RS) está colhendo assinaturas para criar a CPI da Lava Toga e garante que já tem o apoio de outros 15 senadores. A iniciativa ajuda Bolsonaro, que precisa de fatos políticos para tentar diluir o peso da CPI da Pandemia. 

Jogar luz sobre o Judiciário seria uma forma de desviar o foco. Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, já sinalizou que dificilmente a Casa terá condições de tocar três Comissões dessa importância simultaneamente. Além da CPI da Pandemia, também está em curso a CPI da Fake News.  

Quanto custou

A decisão do STF de anular as condenações de Lula cinco anos depois e voltar processos à estaca zero, vai custar cerca de R$ 10 milhões com gastos de pessoal. Essa foi a despesa aproximada do pagador de impostos com salários e benefícios aos servidores mobilizados nas apurações, incluindo a 13ª Vara Federal de Curitiba, TRF-4 e STJ. 

Entre a denúncia do triplex e a condenação mantida pelo STJ foram 31 meses e cerca de R$ 5 milhões pagos a juízes e auxiliares; e no caso de Atibaia, forma 34 meses de denúncia à condenação em segunda instância, mais R$ 5 milhões.

CENSO

O ministro Paulo Guedes está tentando encontrar uma forma de juntar a verba para a pesquisa do Censo Demográfico ao bolo dos créditos orçamentários para os programas do Benefício Emergencial do Emprego e da Renda e Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. 

O governo tenta encaixar cerca de R$ 1 bilhão no meio dos R$ 15 bilhões que serão destinados aos dois programas. O montante adicional de recursos para o IBGE caberá dentro do tetos de gastos. O arranjo visa recompor, ainda que não totalmente, a redução da verba do Censo de R$ 2 bilhões para R$ 71 milhões.

Nuvens negras

A segunda onda de Covid-19 está frustrando qualquer tentativa do setor aéreo de voltar à normalidade. Desde fevereiro, as companhias que operam no país estão revisando para baixo suas ofertas de assentos. 

A Latam volta a operar com apenas 190 voos diários no Brasil (eram estimados 345); a Gol planeja 185 decolagens por dia (em março, eram 245) e até mesmo a Azul, que tem mantido mais rotas, em abril terá cerca de 450 voos diários (a estimativa anterior era de 600).

HOTÉIS

Assim como ocorre nas empresas aéreas, nos hotéis de alto padrão os viajantes a negócios são os principais clientes. Eles costumam gerar 70% da receita nesses empreendimentos, segundo a World Travel & Tourism Council. 

Hoje, porém, a ocupação média nas redes hoteleiras corporativas não costuma passar de 25%, de acordo com a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas. 

Em São Paulo, o hotel Grand Hyatt tem conseguido alguns picos de ocupação de 28%. A unidade já viu essa taxa cair a 10% no pior momento da pandemia.

MISTURA FINA

  • NOS últimos dias, Bolsonaro voltou a conversar com Luciano Bivar, presidente do PSL, sobre seu retorno ao partido. O presidente não abre mão de um acordo no modelo porteira fechada. Ou seja: exige carta branca para indicar todos os candidatos a governador e a senador do partido em 2022. Aí, Bivar acha que vira vaso de enfeite.
  • ROMEU Zema aconselhou-se com assessores de Bolsonaro antes de nomear Salim Mattar como consultor de privatização do governo de Minas Gerais. A saída de Mattar da Secretaria Especial de Desestatização foi meio turbulenta e Zema não quer melindrar Bolsonaro.
  • GILBERTO Kassab quer levar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) para o PSD e poderia lançar seu nome como candidato ao Planalto (criaria uma crise com ACM Neto, do DEM). Lideranças de partidos de centro já passaram a estimular a hipótese de Pacheco virar pré-candidato – e ele não tem nada contra, embora saiba que não é conhecido nacionalmente.
  • AINDA Gilberto Kassab: ele acha que seu partido, o PSD, tem uma lista de presidenciáveis. E elenca nomes como Ratinho Jr., governador do Paraná, Alexandre Kalil (prefeito de Belo Horizonte que, contudo, quer concorrer ao governo de Minas Gerais), o deputado André de Paula (PE) e os senadores Otto Alencar (BA) e Antônio Anastasia (MG), que quer ser indicado pelo Senado a uma vaga no TCU.
  • ACM Neto (DEM-BA) e Ciro Gomes (PDT-CE) tem se falado com frequência e há dias, conversaram durante cinco horas na casa de Ciro, em Fortaleza. O objetivo tem sido a escolha de um nome para ser a terceira via nas eleições de 2022. Não falam de aliança: acham que ainda é cedo. Mas, ACM Neto prometeu auxiliar Ciro na aproximação com partidos e nomes do centro.
  • QUEM diria: Guilherme Boulos (PSOL), que disputará o governo de São Paulo em 2022, está tentando romper resistências a seu nome entre os evangélicos. Líder do MTST, Boulos jantou esta semana com Marcos Pereira (SP), presidente dos Republicanos, partido ligado à Igreja Universal e que faz parte da base de apoio a Bolsonaro.
  • SONDAGENS da agência AM4 que tem chegado ao PT indica que Luiza Trajano, que tem negado qualquer interesse na política eleitoral, hoje teria um potencial muito maior do que o apresentador Luciano Huck. A agência é de Marcos Carvalho, que faz a campanha digital de Bolsonaro e se distanciou da família depois de desentendimentos com Carlos Bolsonaro.

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