A aceleração da Economia Digital a partir da pandemia foi de 1 para 10 anos, ou seja, processos de digitalização que estavam em curso nas empresas e projetavam-se em 10 anos, foram gerados em 1 ano.
Essa dinâmica permitiu que o trabalho remoto transformasse o mercado de trabalho, o mercado imobiliário, o turismo, o mercado da construção civil e a educação.
O futuro da economia digital no contexto do mundo pós-pandemia se tornou uma realidade em todas as organizações e mercados, na medida que a vacinação avança em todo mundo, o mercado vai se adaptando com movimentos de retorno aos escritórios de forma escalonada e híbrida. Esse movimento, cria comovimentos de reflexão dos custos, do comportamento, do relacionamento e principalmente da produtividade.
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Uma pesquisa intitulada “Demanda por talentos no cenário atual”, realizada pela Robert Half, aponta que, entre os entrevistados brasileiros, 43% dos recrutadores disseram estar muito confiantes com o futuro do trabalho.
Diante das mudanças que os escritórios sofrem ditadas pela pandemia, 95% dos executivos participantes afirmaram que, mesmo após o fim da pandemia, continuarão fazendo movimentações nas empresas para que o futuro do trabalho seja híbrido.
A vida fora dos grandes centros urbanos tornou-se uma realidade para muitos estudantes, gestores e colaboradores de empresas que tinham esse desejo.
Essa mudança trouxe uma explosão de vendas imobiliárias nas cidades com mais qualidade de vida e principalmente cidades que são bem estruturadas, mas, ainda mantém seu jeito interiorano.
Na área de educação, o trabalho remoto propiciou professores e alunos de graduação e pós-graduação ganhos em relação à flexibilidade de ensino e a possibilidade de intercâmbio de conhecimento com docentes de outros países, seja na participação das aulas como convidados, seja na participação de bancas de mestrado e doutorado.
Os custos de manutenção de máquinas e equipamentos, ar-condicionado, luz e água reduziram nas empresas e aumentaram nas casas, esses custos foram diluídos e algumas empresas ofereceram ajuda de custos aos colaboradores.
Por outro lado, os colaboradores reduziram seus custos e riscos de locomoção à empresa e também puderam escolher melhor sua alimentação em casa, passaram mais tempo com a família e puderam fazer exercícios em manhãs que antes gastavam no tempo de trajeto até a empresa.
Ainda estamos nesse contexto, a pandemia não acabou e o retorno presencial às atividades está iniciando, há muitas dúvidas e cautelas, o importante é equilibrar o processo e aproveitar o tempo de aprendizado, para integrar distância-presencial-híbrido, as empresas, as pessoas e a nova economia digital está aí para absorver essa nova dinâmica da sociedade.
Em 2022 teremos a acomodação dessa dinâmica e o mercado de trabalho, a educação e o comércio digital nunca mais serão os mesmos do pré-pandemia.