Enquanto muitas informações sobre a economia nacional são despejadas pela dinâmica digital das redes sociais, mídias e notícias sobre a economia dos preços, uma nova economia vem crescendo de forma silenciosa e pouco explorada nas análises de especialistas.
Um exemplo disso é Mato Grosso do Sul, um estado novo que anda de passos em passos diversificando sua matriz econômica e proporcionando um ambiente de negócios atrativo para investimentos locais, nacionais e internacionais.
Com um desafio atras do outro, o estado passou por cima das crises econômicas de 2008 e 2016 que deram “casca grossa” para ser resiliente durante a pandemia do Covid-19, mesmo com uma estiagem muito forte, e uma crise hídrica sem precedentes, conseguiu montar um plano para minimizar os impactos das queimadas no Pantanal, e, transformou esse problema, numa oportunidade de criar o estado “carbono zero”.
A economia é dinâmica, suas expectativas mudam conforme o mercado ou por choques exógenos como a pandemia.
Do início de 2020 acompanhamos uma mudança profunda nas relações entre as pessoas, nas relações de trabalho, nos empregos, nas formas de trabalho e principalmente nas transformações digitais.
No nosso estado pantaneiro, acompanhamos uma revolução na forma de fazer negócios e de atrair investimentos, aqui destaco alguns:
Rota Bioceânica: após 50 anos, os quatro países construíram tratados e estratégicas importantes para desenvolver a Rota Bioceânica que dinamiza o comércio internacional entre os países e Mato Grosso do Sul é o ponto inicial e de integração no Brasil;
Documentos Digitais: facilidade para criação de novas empresas com documentação digital e de forma automática, aumentando empregos, mais impostos e novos investimentos. No ranking entre os estados, MS se destaca em 7 lugar;
Nova Ferroeste: com recursos privados, nova ferrovia de mais de 1200 km entre Maracaju e Paraná, que traz mais desenvolvimento, emprego, renda e redução de custos em até 30% para o agronegócio, além de reduzir as emissões de carbono e dar maior competitividade à economia do Brasil;
Celulose: o estado de Mato Grosso do Sul está se tornando referência em produção, logística e exportação de Celulose para o mundo.
Com o maior investimento privado entre os estados do Brasil, MS atraiu mais uma fábrica de celulose que aporta além de investimentos, a construção de uma capital humano e social que alavanca a inovação em MS.
Carbono zero: estratégia de posicionamento que muda toda forma de investimento, regulamentação e parcerias entre o governo, empresas e governos internacionais. Esse posicionamento atrai novos investimentos e permite contribuir como uma nova forma de atividades produtivas das empresas chamadas: ESG.
Esses pontos não se esgotam, mas mostram, que a economia real, é no local, onde cada estado, cidade e comunidade transforma sua realidade com a dinâmica de desenvolvimento que suas estratégias permitem.