A Paraná Pesquisas quis saber se a população do Brasil ainda sente orgulho de ser brasileiro, mesmo com tanta situação constrangedora e má atuação do governo que é vista com maus olhos por outros países.
Mais: 81,6% responderam que se sente orgulhosos, 15,3% que não se sentem orgulhosos e 3,1% não souberam ou não quiseram responder. No total, foram entrevistados 2462 habitantes em todo país.
In – Drinque de amora
Out – Drinque de café
Sou uma workaholic
Apesar de estar afastada da TV desde 2018 onde interpretou Rochelle em Segundo sol, Giovanna Lancelloti só fez uma pequena pausa, por causa da pandemia, onde ficou com a família no interior de São Paulo.
Capa da VAM Magazine ela diz que está com agenda lotada. Tem três trabalhos prontos a série Temporada de Verão, da Netflix e dois filmes, Incompatível e Nada é Por Acaso (adaptação da obra de Zibia Gasparetto) que devem ser lançados entre o final deste ano e o início do ano que vem, e mais quatro filmes que irá fazer em 2022.
“Olho para a minha agenda e fico pensando onde é que terei tempo para isso tudo. Mas está tudo esquematizado para o ano que vem. Ainda bem que eu consegui tirar uns dias agora para mim, porque o ritmo ficará intenso. Tem muito trabalho pela frente, mas eu estou animada. Amo o que eu faço”.
Uma workaholic assumida, ela diz que foi este fator comum que fez ela se apaixonar pelo novo namorado, Gabriel David, filho do presidente da escola de samba Beija-Flor, além da cumplicidade é claro.
Senador vitalício
Para impedir que Jair Bolsonaro vá para a cadeia ao deixar o Planalto, a turma do Centrão quer emplacar uma PEC para transformá-lo em “senador vitalício”. A ideia foi copiada do ditador Augusto Pinochet, que criou o cargo para si, também como uma forma de blindar-se dos crimes cometidos por quase duas décadas.
O regime de repressão no Chile deixou cerca de três mil mortos, 0,5% dos mais 600 mil mortos pela pandemia no Brasil. Assim como ocorreu com Pinochet, há quem aposte que a manobra não dará certo.
O general chileno assumiu o cargo no Senado em março de 1998 e sete meses depois foi detido em Londres, a pedido da justiça espanhola, sob acusação de crimes contra humanidade. Quando deixar a Presidência, Bolsonaro terá contra si acusações mais graves.
Mulheres cisgêneros
No próximo dia 22 irá estrear na Globo na faixa das 19h a novela Quanto mais vida melhor, de Mauro Wilson, que será protagonizado por Giovanna Antonelli, Vladimir Brichta, Mateus Solano e Valentina Herszage.
Mais a trama terá uma novidade, trará três atrizes transexuais interpretando mulheres cisgêneros. São elas Carol Marra (à esquerda) que participou da série Psi, da HBO e Segredos Médicos, do Multishow; Marcella Maia (centro), que também e cantora (conhecida como A Maia) mas que ganhou fama ao participar do filme Mulher Maravilha, na pele de uma amazona; e Nany People (à direita), que começou como repórter no Comando da Madrugada anos atrás, e que no paralelo a novela fará uma participação na nova temporada do humorístico Vai que cola, do Multishow.
Olho nos mineiros
Na semana passada, Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, anunciou oficialmente nas redes sociais que deixaria o DEM para se filiar ao PSD. Ele já havia trocado o MDB pelo DEM em 2018, legenda pela qual concorreria ao governo de Minas Gerais.
Acabou atropelado pelo PSDB, que impôs o nome de Antônio Anastasia na cabeça da chapa. Com o movimento de Pacheco, o PSD passa a liderar as principais lideranças de Minas, segundo maior colégio eleitoral do país, atrás de São Paulo (com exceção do governador Romeu Zema, do Novo).
Além de Pacheco estão no PSD, o ex-prefeito de BH e pré-candidato ao governo, Alexandre Kalil e outros dois senadores, Anastasia e Carlos Vianna. O líder da maioria da Câmara, deputado Diego Andrade, também integra o PSD mineiro.
Kassab na vice
André Esteves, do BTG, acha que o Brasil tem preconceitos leves e que não desandou para extremismos de esquerda e direita, graças ao Centrão.
Ele aposta que Bolsonaro é o favorito para ganhar as eleições se ficar calado, mas diz que o ex-presidente Lula com seu ex-ministro Henrique Meirelles de volta à Fazenda e o presidente do PSD, Gilberto Kassab, na vice-presidência traz “tranquilidade ao establishment”.
Loucura brasileira
Segundo Fernando Gabeira, não existe nada parecido no mundo com o instinto de morte de Jair Bolsonaro.
E diz que “há algo nele que transcende a luta pelo poder, ambição populista de governar mesmo que o país fracasse. Há algo perverso em sua atuação, mistura de ignorância e inconsequência, indesejável em qualquer pessoa. É um caso especial de patologia política que levaremos anos para explicar. Ao cabo dessa tarefa, poderemos dizer que entendemos um pouco mais a loucura brasileira”.
“PACTO”
Depois de uma temporada nos Estados Unidos, Sérgio Moro está de volta ao Brasil com o objetivo de colocar de pé a sua candidatura ao Planalto que, contudo, não será feito a qualquer custo.
Como ainda falta um tempo para as eleições, a ideia do ex-ministro da Justiça é fazer um “pacto” com os demais candidatos da terceira via.
O acordo passaria até pela possibilidade dele abrir mão da cabeça de chapa com o objetivo de fortalecer o nome que tivesse mais chance de quebrar a polarização entre Bolsonaro e Lula.
Moro tem conversado sobre a hipótese com João Doria e Luiz Henrique Mandetta, que deve se filiar ao novo União Brasil.
Pressão
Bolsonaro parece convencido a tomar uma atitude contra a política de preços selvagens da Petrobras, após a divulgação do lucro líquido distribuído aos acionistas, somente este ano, mais de R$ 63,4 bilhões, prova de maneira definitiva que a empresa aumenta seus preços muito além do necessário.
Essa vontade decorre do fato de que, sem concorrentes no mercado interno, a Petrobras é pressionada pelos acionistas majoritários, que de fato influenciam suas decisões, para fabricar lucros recordes, à base da exploração dos consumidores.
AMEAÇA
Apesar de considerarem a ameaça ao teto dos gastos adotado pelo governo federal e seu impacto no aumento do endividamento público, com caminho mais duro e longo para o reequilíbrio fiscal, analistas acreditam que não há risco concreto no curto e médio prazo para uma situação de insolvência.
Há muitos passos ainda, indicam que, para que o país chegue a um quadro semelhante ao da Argentina, com a dívida sendo ajustada por uma hiperinflação.
Novo dono
A Santa Casa de São Paulo tem um endividamento bancário de R$ 430 milhões e estava usando os repasses do SUS como garantia das dívidas. A situação financeira, que havia melhorado em 2019, voltou a se deteriorar com a pandemia.
Diante desse cenário, a Santa Casa optou por vender o Hospital Santa Isabel, que não é filantrópico, por R$ 280 milhões para a Rede D’Or, com o objetivo de pagar a dívida e investir em novos negócios de saúde.
Em alta
Adriane Galisteu caiu nas graças da Record, ela que comandou o Power Couple e agora está à frente da A Fazenda poderá ganhar uma nova atração, como um programa semanal, provavelmente de entrevistas, no mesmo estilo do Programa do Porchat, apresentado até 2018 por Fábio Porchat.
Ela só não quer apresentar o Dancing Brasil, que nas edições passadas foi apresentado por sua antiga rival Xuxa. A direção já anunciou que a atração será comandada por Sabrina Sato.
O salário de Galisteu para comandar o reality-show A Fazenda é de R$ 500 mil, mas não está incluído o valor dos patrocinadores.
Seu salário é maior do que do novo apresentador do Big Brother Brasil, Tadeu Schmidt, que está em cerca de R$ 400 mil, mas que também não tem incluído a comissão dos patrocinadores e nem entrou no ar.
Há quem garanta que Tadeu pode chegar a ganhar por mês até mais que o prêmio do vencedor de R$ 1,5 milhão.
SEM JOVENS
Há quase dez anos, o Facebook (agora, Meta) se aflige com um problema existencial: não consegue mais atrair jovens usuários nos Estados Unidos. Documentos da empresa mostram um quadro que levanta sérias dúvidas sobre o futuro da companhia.
O número de usuários nos EUA com menos de 30 anos está em declínio e o Instagram, que vinha sendo um fenômeno popular desde sua compra pelo Facebook em 2012 por US$ 1 bilhão, parece estar chegando a seu teto de crescimento entre os usuários jovens em importantes mercados.
Mistura fina
- BALEIA Rossi, presidente do MDB, avisa que a candidatura presidencial da senadora Simone Tebet vai ser oficializada. “Já existe um apoio muito grande para o lançamento da pré-candidatura. A CPI deu conhecimento de qualidade, desenvoltura e do preparo dela, jurídico e político. Fez com que a população soubesse e conhecesse a capacidade e desenvoltura dela”.
- A CASSAÇÃO do deputado estadual Francisco Francischini pelo TSE por suposta disseminação de fake news, inaugura nova jurisprudência, que vinha sendo alinhavada desde 2018 e provoca certa apreensão nos meios jurídicos pelo fato de não existir “crime de fake news” no ordenamento jurídico brasileiro.
- PARLAMENTARES querem usar o furo do teto de gastos para levar o fundo eleitoral de R$ 5 bilhões e conseguir R$ 16 bilhões em emendas no ano que vem.
- AS propostas de empresas que disputam o leilão do 5G no Brasil serão abertas hoje, na sede da Anatel, em Brasília. A expectativa é de garantir quase R$ 50 bilhões em investimentos e impostos.
- O DIPLOMATA Paulo Estivallet, prestes a deixar o cargo de embaixador do Brasil na China, está cotado para assumir o mesmo posto em Buenos Aires. Ou seja: depois da sinofobia do presidente Jair Bolsonaro, teria de tourear os efeitos dos ataques do governo brasileiro à Argentina e – por extensão – ao Mercosul.
- LEVANTAMENTO que deverá ser divulgado logo – e, espera-se que sirva de referência para políticas públicas na área da habitação – de acordo com o Serviço Geológico do Brasil, 3,1 milhões de brasileiros, vivem em 12.530 áreas de risco no país. Técnicos do órgão visitaram cerca de 1,7 mil municípios.
- A CRIAÇÃO de um auxílio social para tirar o Bolsa Família de cena, associada a uma mudança sensível na política fiscal do país, pode não ter o desejo esperado pelo presidente Jair Bolsonaro. Na avaliação de cientistas políticos e analistas, os R$ 400 anunciados pelo governo não são garantia de aumento de popularidade. Para eles, o impacto econômico provocado pela mudança do teto de gastos tende a anular eventuais ganhos eleitorais.