Estamos no fim do mês de novembro, quase dois anos de pandemia e na semana passada a constatação de uma nova variante do coronavírus fez os mercados mundiais entrarem em pânico, principalmente de uma nova paralização das atividades produtivas e aumento de casos e óbitos.
As primeiras informações desta variante são preocupantes pela transmissibilidade, mas, até o momento com nenhum número de internação que levou ao óbito.
E com esse cenário e histórico desse período de pandemia que passamos, o medo e o pânico gerado acabaram provocando ações rápidas e sem muito planejamento dos governos internacionais e nacionais.
O que esperar?
Analisando estrategicamente e com todo histórico que passamos durante esse período de março de 2020 a novembro de 2021, não devemos nos preocupar e tomar decisões extremas, como por exemplo: fechar tudo.
Já aprendemos muito entre 2020 e 2021 e estamos bem adaptados ao coronavírus e os números mostram isso.
Hoje, temos outras doenças com maior mortalidade que o Covid-19 e temos mais de 80% da população adulta vacinada, além de 100% das pessoas de maior risco vacinadas.
As empresas criaram suas alternativas híbridas, os colaboradores desenvolveram suas atividades com maior segurança e o legado da estrutura de saúde foi positivo para os hospitais e UPAs.
A economia reage às expectativas
Quando há alguma expectativa, seja negativa ou positiva, a economia reage, e carrega todas as incertezas com os próximos passos de gestores públicos, sejam, locais, estaduais e federais. A esperança é que essa variante seja como as demais, se multiplique e depois perca força.
A natureza é sábia, nossos organismos de defesa estão vivos e aprendendo com o meio que vivemos, vamos nos adaptando e criando soluções emergentes.
O medo é ruim, o pânico ainda pior, lembrem-se, já passamos o pior, agora são ajustes e conviver com essa doença mutante.
A economia vai depender das nossas atitudes em relação ao vírus, e podemos esperar mais um ano sem carnaval, sem shows e sem festas de alta aglomeração, mas, não podemos para nossos serviços, nossos empregos e nossas atividades produtivas.