Desde 2015 estamos pesquisando e monitorando as atividades relacionadas com a criação do corredor bioceânico e seus impactos para o Mato Grosso do Sul e todo país.
Com a integração entre 4 países da América Latina começando pelos esforços do Brasil a partir das empresas de transporte e logística, do ministério das relações exteriores e dos produtores rurais, integrou-se o Paraguai, a Argentina e o Chile.
A produção e seu escoamento principalmente para a Ásia têm caminho mais curto pelo Chile, diversificando nossa matriz logística, reduzindo custos, aumentando competitividade e proporcionando desenvolvimento integrado entre os quatro países.
Mato Grosso do Sul é o ponto de integração nacional entre os estados brasileiros, principalmente do Centro-Oeste e privilegiado pela fronteira com Paraguai, sendo estratégico para o “start” do corredor bioceânico.
O primeiro impacto esperado é na competitividade do nosso país: Brasil é o país com maior competitividade do Agronegócio e historicamente sofre com os altos custos logísticos.
Com a rota bioceânica, as possibilidades de escoamento e diminuição de custos aumentam pelo corredor e diminuem as grandes dos portos de São Paulo.
O segundo impacto vem do Turismo: que poderá expandir pela Rota de Integração entre os quatro países, e, principalmente entre Brasil e Paraguai que recebem ainda poucos turistas estrangeiros para visitar e investir no Pantanal.
O terceiro impacto está nas cidades fronteiriças como Porto Murtinho no Brasil e Carmelo Peralta no Paraguai, que estão recebendo a construção da ponte e já recebem investimentos nacionais e internacionais para melhorar a infraestrutura.
Além de investimentos públicos para garantir o bem-estar da população e o processo de desenvolvimento com planejamento.
E teremos mais impactos com a integração das culturas e a diversificação das atividades produtivas entre os países, abrindo espaço para novas fronteiras de desenvolvimento e a redução de burocracias mercadológicas entre os países do corredor.