Para medir a dinâmica das contas nacionais e avaliar o crescimento econômico comparável entre os países utilizamos o chamado PIB – Produto Interno Bruto.
Esse indicador é composto por consumo, investimentos, os gastos do governo e a agropecuária a partir do saldo das exportações e importações.
Os países buscam aumentar seu crescimento econômico para distribuir sua riqueza e aumentar o bem-estar da população.
Os setores da economia que compõem o PIB são diferenciais que fazem os países se destacarem pela chamada vantagem comparativa, ou seja, é quando o país possui um setor que o torna mais competitivo e proporciona maior vantagem em relação aos demais.
O Brasil possui o agronegócio, fonte estratégica de vantagem comparativa e competitiva, que proporciona aumento do PIB e atrai investimentos nacionais, internacionais e desenvolvimento de pesquisas e soluções produtivas.
Em 2020 quando todos os países começaram a fechar suas fronteiras e parar sua produção de alimentos e tecnologias, o Brasil conseguiu desempenhar como nenhum outro país sua produtividade e aumentou a oferta de alimentos para o mundo.
Em 2021 o agronegócio cresceu ainda mais, mesmo com todos os desafios climáticos, do protecionismo mundial, da paralisação de compras e do aumento de custos para a agricultura e principalmente para a pecuária.
Em 2022 não será diferente, teremos vários desafios, mas, a projeção é de aumentar cada vez mais a produção de grãos, a oferta de Boi Gordo e a produtividade de energia e combustíveis.
A resiliência dos produtores rurais, junta ao trabalho dos cientistas da Embrapa e das Universidades e Institutos, o papel importante de articulação do governo e a redução das burocracias e gargalos nacionais, com a criação de novas ferrovias e portos estratégicos, potencializaram ainda mais o nosso setor mais importante.
O motor da nossa economia será o Agronegócio, com crescimento maior que os demais setores e com aumento das perspectivas brasileiras de vantagem comparativa.
Com o crescimento do agro, se abre caminho para aumento do setor de serviços, comércio e varejo, além de atrair investimentos e logística a partir de aeroportos, portos, rodovias, ferrovias e rotas, como a rota bioceânica que poderá levar nossa produção pelo Paraguai, Argentina e Chile, e abrir espaço para o mundo, principalmente países asiáticos.
Mato Grosso do Sul é a porta de entrada da Rota Bioceânica, também conhecida como corredor bioceânico, que além da produção agropecuária, teremos um alto potencial de turismo e desenvolvimento local dos municípios ao longo da estrada.