Opinião

Economia

A economia digital e a mudança nas empresas e nos consumidores

Confira a coluna de Michel Constantino desta terça-feira

Ana Clara Santos

25/01/2022 - 00h03

A digitalização da economia com a aceleração realizada pela pandemia no início de 2020 transformou os negócios, as empresas, o governo, o consumo e a forma de interação entre as pessoas.

As empresas tiveram que agir rápido para atender as mudanças nas relações de trabalho, instituindo mais efetivamente o Home Office e o Teletrabalho, e também desenvolver soluções para atender seus consumidores, que iniciava um processo de mudança da forma de comprar e nos seus hábitos de consumo.

As decisões dos gestores municipais, estaduais e federal influenciavam e influenciam até hoje o modus operandi das empresas e pessoas, o que tornou as decisões das empresas e o consumo das pessoas ainda mais complexas, provocando muitos experimentos e mudanças, acertos, erros e inovações em soluções para garantir a sobrevivência dos negócios.

No período de 2020 a início de 2022 alcançamos mudanças digitais fantásticas, como a carteira de trabalho digital, o documento veicular e a carteira de trânsito, além dos protocolos em tempo real das vacinas. Foi criado o PIX e o Open banking, as juntas comerciais digitais e o crescimento exponencial de Fintechs. As empresas, pequenas, médias e grandes foram para a internet como um novo, e se tornou o principal portal de venda, surgiram soluções importantes para a produção de marketing, conteúdos, comunicação e redes de relacionamento baseada nos aplicativos e redes sociais.

As empresas adotaram estratégias digitais e absorveram os dados dos clientes para tomar decisões, usaram a inteligência de robôs existentes nas redes sociais e conseguiram achar os padrões de consumo, maximizando seu atendimento e satisfação dos usuários. Por outro lado, os consumidores, cada vez mais exigentes exploraram as possibilidades dos deliverys e atendimento personalizado individual ou em família, que amplificou a eficiência para as empresas.

As tradicionais formas de atendimento retornaram com força, as definições de marketing que colocava o “consumidor” em primeiro lugar não mudaram, mas, aumentou, agora a presença da empresa na mente do consumidor não usa mais mídia em massa, e sim, uma mídia específica, especializada e personalizada, que entende o perfil de consumo como nunca. 

As relações entre empresas e consumidores a partir de 2020 são outras e cada vez mais diferentes, pois, a adoção tecnológica pelas pessoas é cada vez mais rápida, e as respostas que as empresas podem dar ao mercado é cada vez mais assertiva, usando dados e inteligência artificial.

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