Entre março de 2020 a março de 2022 tivemos a maior penetração do comércio e dos negócios digitais no Brasil e no mundo. Uma pesquisa americana avaliou que 70% das empresas se adaptaram para atender os consumidores de forma online e organizaram seus times para os trabalhos via Home Office.
No Brasil não foi diferente, a inclusão tecnológica rendeu prêmio para o sistema PIX do Banco Central, com milhões de acesso e mudança de comportamento das pessoas em relação ao dinheiro, digitalizamos negócios, pessoas, serviços e relações de troca de todo tipo.
Consultorias empresariais e especialistas afirmam que é um processo sem volta, que os modelos “híbridos” irão ganhar cada vez mais o mercado.
Essa mudança trouxe novas formas de fazer negócios e vender produtos, serviços e marcas. As pessoas projetaram suas imagens nas redes e as empresas capturam os seguidores dos grandes engajadores de público.
Os grandes recursos que outrora eram destinados para fazer marketing em massa em veículos de alta capilaridade geográfica, mudou de mãos, agora as pessoas e seus específicos públicos são a chave do digital.
Juntando às campanhas nas redes sociais as empresas entenderam que é muito mais eficiente e expansivo ter uma empresa virtual, aquele pequeno grupo que viria ser atendido no balcão da empresa, hoje pode ser atendido por diversos canais virtuais ao mesmo tempo, em qualquer horário e de forma automatizada.
Esse efeito é chamado de “Economia Digital”, e ainda tem pouca mensuração da força que isso gera no emprego, na receita das empresas, nos serviços de delivery, nos negócios de influenciadores e no investimento em tecnologias e serviços relacionados.
Jovens estão migrando para essa economia digital de forma avassaladora e adotando novas tecnologias rapidamente, consumindo conteúdo na internet e se habilitando para transformar seus quartos em escritórios virtuais de compras, vendas e empresas Home Office.
O grande ganho da economia digital é a chamada “escalabilidade” do negócio, do produto, do serviço ou das pessoas, você pode no seu quarto escalar um produto para qualquer lugar do mundo.
Os cientistas da computação estão rindo a toa, centenas de empresas mundiais estão buscando profissionais Home Office para desenvolver suas soluções, o salário está muito atraente.
As empresas devem ter um olhar especial para essa economia, pois, além de ser economicamente viável, reduzir impacto ambiental e atender à mudanças do mercado digital, a empresa pode escalar suas estratégias pelo mundo, derrubando fronteiras e limites de crescimento.