As inovações disruptivas eram consideradas no passado a cada século, como as pandemias. Após a revolução industrial essas inovações aconteceram de forma mais frequente, e, a partir da internet temos ondas tecnológicas que mexem com a sociedade cada vez mais rápido e mais comum no nosso dia a dia.
Algumas dessas inovações se iniciam de maneira silenciosa e vai se capilarizando entre os usuários, criando demandas e necessidades até ali não existentes. Foi o caso do celular, do computador portátil, dos sites de busca, da nuvem de informações e das redes sociais.
As demandas tecnológicas carregadas pelas inovações disruptivas criam serviços, produtos, habilidades e novos empregos, há hoje em dia novas demandas de profissionais sem ainda terem criados cursos de graduação para essa formação.
Entre 2019 e 2022 acompanhei as inovações realizadas pelas pessoas, e, principalmente pelas empresas para se adaptar ao mundo de incertezas e mudanças forçadas pela pandemia do Covid-19.
A pauta de transformação digital permeou o mundo, onde a adaptação de mecanismos institucionais para garantir a continuidade dos negócios privados e dos serviços públicos foram os desafios para empresários, gestores públicos, agências regulatórias e de desenvolvimento para unir esforços e garantir a adaptação regulatória e intrafirma.
No setor financeiro já havia uma alta maturidade digital, que rapidamente observou a transferência das atividades das agencias físicas para os aplicativos e a proliferação de Fintechs cada vez mais atrativas aos variados segmentos de clientes.
As micro e pequenas iniciaram um processo de adaptação ao digital, usando ferramentas de contato direto como os aplicativos de mensagem (Telegram e Whatsapp), divulgação por Redes Sociais como o Facebook e Instagram, mas, todos com processos ainda incipientes e sem o planejamento e investimento necessário para aumentar sua maturidade digital.